Parece até ingenuidade da minha parte quer refletir, discutir, comentar e até mesmo criticar alguns textos de filosofia sem ter ao menos um pouco de método. O ponto não é tão simples de se enxergar e muito mais complicado do que se parece. Concerne uma grande quantidade de críticas quanto a aplicação de um método. Existem vários modos de filosofar e, um dos modos mais simples é ler, repensar, explicar, ou/e comentar. O que concerne ao tema desse post é justificar a utilização de uma método determinístico ou não de um tema x, de uma tese a, de argumentos z e de um todo completo.

Um dos primeiros posts desse blog amador de filosofia, foi a tentativa um pouco frustrada de tentar conceitualizar a filosofia. Não me atrevi a ir mais além da conceitualização, perante ao fato de que a filosofia é um mundo conceitual vasto e amplo, sendo que se é pra conceitualizar corretamente, no mínimo deveria passar um arcabouço teórico para os neófitos de "plantão", isso é, a história da filosofia como erudição ao entendimento dos comentários, uma série de dicas propriamente ditas para a análise interpretativa de um texto filosófico, noções filosóficas etc. Por essa via, e como o fundamento do blog tem o objetivo de expor conhecimento, reflexões, críticas e discussões filosóficas, trago à vocês dois livros, um como ferramenta para base do entendimento de textos que posteriormente postaremos e outro, uma ferramente útil perante a investigação filosófica.

Método?

Devemos nos colocar em frente à um método para a análise de textos? deveríamos ler um texto sem por menores, sem o maior critério de avaliação? Pode-se muito bem ler vários textos de filosofia sem uma leitura lenta e detalhada, como podemos muito bem ler textos filosóficos rapidamente, sem uma anotação, sem ter ideia da tese ou tema do texto, muito menos a argumentação do que se trata. O critério cai em nível de "academia", podemos ler um texto como filósofos, analisando tese, tema, noções, argumentação e conclusão, como podemos ler um texto e entender ele como um todo, sem precisar destrinchar. A escolha de tais modelos reflete na questão de aplicação, contendo a explicação, comentário e crítica. A explicação irá se restringir a análise apenas do texto que se lê, o comentário já é mais vasto, tem o pressuposto de entendimento sob outras obras e não se expõe da mesma maneira que a explicação e a crítica consiste um pouco dos dois, mas como um enfasagem antitética, ou sintética. Lembro com enfase, que isso depende muito do autor escolhido na leitura e no estudo, em outras palavras, não se lê Kant, se estuda Kant, pode-se ler Espinoza, Nietzsche, Platão etc, sem ter o trabalho de destrinchar o texto como análise.

O primeiro livro é a metodologia filosófica de D.Folscheid. O texto concerne todo uma método(Um pouco cartesiano) para o entendimento de um texto e até mesmo como escrever um texto. Sei que as vezes, o processo pode ser natural, mas para aqueles que querem aprofundar...

O segundo texto é de José Cunha, "Investigação filosófica". O texto é um pouco mais didático e mais "legal" que o primeiro e, até mais natural.

Como ler um texto filosófico à grosso modo?Ler atentamente e destrinchar em: Tema(do que se trata), Tese(do que se afirma, ou se nega), Noções(conceitos, ideias), Planos(momentos, "partes") e finalmente conclusão e argumentação.

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Blog formado por estudantes abordando temas culturais como cinema, filosofia, música, tecnologia, arte, etc.

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