Bom, aqui temos um artista, um fotógrafo americano, com um estilo BEEEEEM peculiar.
Suas obras tem um lado perturbador, porém, ao mesmo tempo bem crítico ao estilo americano de vida. Repleto de referências ao cinema hollywoodiano, á publicidade americana, Eric faz um trabalho para lá de interessante, sempre criticando o conservadorismo americano.

Aqui seguem algumas de suas imagens.













interessante, não?

Aqui segue o site dele :)

Faz um tempo que eu não posto aqui, é que vocês sabem né, recuperação, provas, simulados, parece que tudo vem pra te afundar cada vez mais. Enfim, vamos ao que interessa:

Esses dias eu fui assistir Alice no País das Maravilhas de Tim Burton, e eu odiei o filme. Se foi porque eu tive que usar dois óculos (o 3d e o meu normal), ou porque o filme é ruim mesmo, o que eu quero dizer é que o Burton parece ter tido uma ideia muito boa na cabeça mais ficou com medo de colocá-la em prática. Pouco ousado, o melhor do filme está nos detalhes - que inclusive depois de 1:30h de projeção chegam a cansar o espectador (muitas cores!) -, e as atuações estão razoavelmente boas. Helena Bonhan Carter faz a melhor atuação como uma rainha cabeçuda que é uma mistura entre a Rainha de Copas e a Rainha Branca, o que resulta em uma personagem um tanto excêntrica, mas que dá certo tom ao filme.

Mas, aonde você quer chegar?

Tim Burton sempre foi conhecido pelo visual gótico que caracterizam seus filmes como uma pincelada sombria sobre uma história melancólica, certo? Certo. Até começarem os remakes. Com Planeta dos Macacos ele fez o pior filme de sua carreira, A Fantástica Fábrica de Chocolate perdeu toda sua magia e ganhou musicas risíveis, Alice transformou-se em um tipo de continuação do original mas que fica com um pé atrás em mexer numa história tão tradicional.

Pois é, esses dias eu estava vagando no YouTube e achei um curta que foi a primeira animação que Burton dirigiu, um curta chamado Vincent. Bom, cliquei no play e assisti ao vídeo. 8min depois eu ainda estava abismado com a beleza deste pequeno filme. Burton traz uma melancolia aliada ao visual gótico que se unem em prol de uma história triste, até teatral. Fora isso, o filme é narrrado como uma poesia - com rimas inclusive -, e com um timing perfeito. Mais que recomendado.

Ah, Tim Burton, porquê você não faz mais esse tipo de filme...

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Blog formado por estudantes abordando temas culturais como cinema, filosofia, música, tecnologia, arte, etc.

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