Filme extremamente bizarro... até estou sem palavras pra falar desse filme e digo que não é o tipo que custumo postar no blog, mas a questão é que um filme que você concerteza nunca mais vai esquecer, de tão pertubador que é. Mas antes da minha análise, vamos a Sinopse.
"Deus está abandonado sozinho, e se mata estripando-se com uma navalha. A Mãe-Natureza emerge de sua morte, e com o sêmem do moribundo Deus fertiliza-se, dando origem à Humanidade, uma criança doente e fraca, que em toda sua existência é surrada e torturada por zumbis sem face."
Sim, nada com nada, sem ideias morais, sem filosofia, sem fotografias legais, nada. Sem nomes no filme, sem personagens, sem nada.Nem posso considerar um filme de terror, eu consideraria um filme experimental.

Gostam de "Eraserhead"? Ficaram pertubados ? pois é, esse filme é muito mais que Eraserhead, ou Pink Flamingos, nada mais bizarro e sei lá qual seja o adjetivo. Eu juro que eu não sou muito chegado em filmes desse genêro, mas esse filme ganha de qualquer um que eu já vi, nada igual. Extremamente bizarro. Meu conselho é que se você ama cinema, você deve no mínimo ver uma parte do filme, pois é experimental e inovador, mas se você só quer ver filmes "bons", então não veja o filme nem veja o Trailer.
O filme também conta com "teste de Rorschach", um teste psicológico que conta com um metódo de auto-expressão, um teste projetivo que é por vezes mostrado no filme de forma subliminar.
Em resumo, filme extremamente tenso, de Elias Merhige.




Existe uma conexão emocional com a tecnologia e com a experiência. O avanço da tecnologia nos deixa a mercê de uma variada cesta de ferramentas onde o ser humano pode expressar seus sentimentos e disponibilizar, inovar, compartilhar, expandir e aprender.


"O projeto surge em um momento da história da arte em que as tecnologias digitais têm revolucionado a distribuição, democratizado o acesso e reimaginanado o escopo e a escala com que cada artista pode idealizar uma visão e alcançar um público"

Lhes apresento o Creators Project. Uma rede global de celebração e disseminação da criatividade, da cultura e da tecnologia. O mais legal na minha opinião é o contato que o público tem com a plataforma, o site deles. Fácil de usar faz a arte parecer algo próximo e energético. O projeto reúne obras e idéias de designers, músicos, artistas, cineastas e etc, de diversas partes do mundo. Inglaterra, EUA, China.


Uma parte bem legal desse site é o The Studio que oferece aos artistas que se candidatarem e forem aprovados financiamento e acesso á tecnologia de ponta da Intel para os seus trabalhos. Ou seja é a parte de apoio à esses artistas facilitando a produção e a disseminação de seus trabalhos, assim como a comunicação entre artistas.

Segue aqui um dos trabalhos do designer/artista/arquiteto brasileiro Muti Randolph, formado em Comunicação Social na PUC.


O projeto ainda organiza exposições e feiras em todo canto do mundo.

O site tem certa parceria com a Vice e com a Intell. Vale à pena dar uma checada.

Vim aqui comunicar da existência de um site que está revolucionando a internet, ou pelo menos, tentando.

O site da Noisey é um site diferente e dinâmico sobre música. Noisey, tem como objetivo divulgar shows que ocorrem em alguns países como Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, Canadá, Austrália entre outros. A ideia parece-me que é mostrar shows de bandas não tão conhecidas, ou bandas alternativas. Se você se interessa por bandas novas, ou shows de bandas que não pode ir ao redor do mundo, ai está a oportunidade.

"Noisey é uma plataforma online de conteúdo musical que busca descobrir, documentar e divulgar novas bandas e revelações musicais de diversos lugares do mundo. Com curadoria da VICE e parceria da Dell e da Intel, o site do projeto oferece uma experiência inovadora a seus usuários ao apresentar vídeos de uma seleção de músicos e cenas musicais locais de mais de 10 países a um público internacional. Com o Noisey, os apaixonados por música terão a oportunidade de descobrir bandas incríveis em um canal de entretenimento digital de última geração."


O site tem certa parceria com a Vice e com a Dell
Vale à pena dar uma checada.

Me ví discutindo (estava mais para expondo, já que o Ogata não deu a mínima, hahaha :D) hoje como é diferente o jeito que eu se expõe as coisas...

A maneira como se fala um sentimento, a maneira que percebemos uma informação, e o efeito dessas interpretações sobre as nossas vidas, nossas decisões, tudo...
Depois me deparei com esse vídeo que um dos meus melhores amigos, o Matheus Casaes, postou em sua conta no fb.





Nascido e criado em Gotemburgo, Suécia, José Gonzalez é filho de argentinos, canta em inglês e sua música lembra o que seria um folk à Nick Drake com João Gilberto. Suas influências contemporâneas são Elliott Smith, Joe Pernice e Kings Of Convenience, mas sua voz traz lembranças de cantores clássicos da história da música pop como Mark Eitzel e Mark Kozeleck. Seu primeiro disco, Veneer, foi editado na Suécia em 2003, mas o sucesso na Escandinávia demorou dois anos para chegar ao resto da Europa. Entretanto, quando chegou, Veneer conquistou um contrato com a editora britânica, a Parasol, e o terceiro lugar dos mais vendidos na Inglaterra.

A beleza que José González imprimiu na sua versão de “Heartbeats” – originalmente de The Knife, outra banda sueca - é uma prova da sua rica e diversificada habilidade musical. E foi exatamente essa beleza com tom de novidade que atraiu a Sony quando estava desenvolvendo o comercial de sua nova televisão BRAVIA. Com esse comercial, além de ganhar o mercado americano e o japonês, González chamou atenção dos espertinhos produtores da série americana The O.C. que fecharam uma temporada ao som de “Crosses”.

A história de Jose Gonzalez é rara no atual mundo da música pop. Um artista resistindo os vícios da cultura pop para criar algo único e intimista. E ainda assim, consegue ser reconhecido pelas instituições que carregam uma grande bagagem desses vícios. Recentemente, Gonzalez foi nomeado ao Grammy por sua participação no brilhante álbum do Zero 7, “The Garden”, na categoria de Melhor Música Eletrônica. Na Suécia, recebeu das mãos do Ministro do Comercio Exterior Sten Tolgfors o prêmio de Música de Exportação do Governo Sueco na edição local do Grammy 2007.


By the way...

Esse foi o Clipe mais divertido que vi em tempos viu...

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