Bom, antes de me apresentar, tenho algumas observações aos leitores deste blog. Primeira: No momento, tô num pc que não tem crase, portanto, se virem qualquer absurdo gramatical desse tipo, me perdoe. Se não for desse tipo, me perdoe do mesmo jeito. Segunda: nunca tive, e nem fiz parte de um blog antes, tanto que estou postando agora e, ao mesmo tempo, pedindo a ajuda do Sr. O'gara Finegan, por isso me perdoem também por alguma(me perdoem a palavra) cagada que eu possa cometer, que seja óbvia para bloggers veteranos.

Quero, enfim, antes de falar sobre esse filme aqui em baixo, me apresentar rapidamente. Meu nome é Pedro, tenho 20 anos, faço faculdade de Economia na PUC-SP, junto com dois outros bloggers deste mesmo blog. Peço que, qualquer crítica, por mais aterrorizante que seja, seja feita, por favor. Lembrem: CRITIQUEM!


As Invasões Bárbaras, é um filme de 2003, recente, mas pouco conhecido. Dirigido pelo canadense Denys Arcand, que dirigiu também "O Declínio do Império Americano". O filme ganhou o Oscar de língua estrangeira e também concorreu a roteiro original, ganhou mais dois prêmios em Cannes, em 2004, o premio European Film Awards e muitos outros. Mas meu objetivo aqui não é cativá-los falando dos prêmios, mas que vocês simplesmente assistam a ele. O mais cativante, e que nos rouba a atenção são os diálogos, que é a grande especialidade desse diretor. E o que nos desmantela, principalmente, é o fato de estarmos lidando, ou parecer que estamos, com o real.



O filme tem persongens muito característicos, como o principal, Remy. Totalmente humano, mulherengo, de esquerda, e sem a MÍNIMA moral. A estória gira em torno deste, que está a beira da morte, diagnosticado com câncer. Seu filho, Sebastien, tem assuntos pendentes com o pai, dos quais não tratam há anos. E também sua esposa, e muitos outros de muita personalidade e muito marcantes.

Em suma, é um filme que mostra um ser humano como qualquer um de nós, a beira da morte, com enormes dificuldades e barreiras para acertar se passado, e que procura, mais do que qualquer coisa, a paz nos seus últimos instantes. E para isso, terá a ajuda de seu filho distante, sua mulher, e seus queridos amigos. Eis um filme de muita delicadeza. Aproveitem!

Ah, não se esqueçam... críticas, por favor. Grato.

Hoje selecionamos dois curtas bem interessantes pra vcs verem... um brasileiro, bem interessante, e outro, não sei de onde vem, mas com uma bela lição de vida. Segue os dois:




bom, comentem o que acharam!!!




Uma banda alemã, com uma história bem louca de influencias e tentativas musicais, essa é o The Notwist, que hoje se foca principalmente no indietronic.

Os dois irmãos Acher junto com Messerschmid formaram o grupo em 1989 em Weilheim, perto de Munich. Em 1990 eles gravaram seu primeiro disco auto-titulado, um LP de rock-metal. Em 1992 foi lançado “Nook”, que foi o primeiro disco do grupo a ter som de indie, enquanto que em 1995 foi lançado o álbum “12”, já contendo o primeiro experimento da banda com eletrônica. Martin Gretschmann entrou no grupo em 1997. “Shrink” foi lançado em 1998, uma mistura de jazz, eletrônica e rock, que, de acordo com alguns fãs, antecipa o álbum “Amnesiac” da banda Radiohead. O álbum “Neon Golden” (lançado em 2002) colocou a banda no mapa para os ouvintes estadunidenses, com sua letra cativante de tocar o coração.


O grupo teve suas músicas remixadas pelo Four Tet, Caribou, Console, Loopspool, entre outros. O vocalista do grupo, Markus Acher, colaborou com Alias, rapper e produtor da anticon., na música “Unseen Sights”, um esforço que mostrou um fôlego pela música de ambos os artistas.

The Notwist recentemente formou um grupo com o Themselves chamado “13 & God”, cujo primeiro trabalho foi lançado em 2005. Markus Acher, além de trabalhar com o The Notwist e 13 & God, também trabalha com a banda Lali Puna, enquanto que Mecki Messerschmidt atualmente toca bateria para a banda recentemente formada Schweisser. Michael Acher compôs e programa músicas para Ms. John Soda.


O grupo vem trabalhando numa sequência para o Neon Golden durante estes dois últimos anos, e os detalhes de seu lançamento foram revelados em 5 de março de 2008. O novo álbum foi chamado “The Devil, You + Me” e seu lançamento foi anunciado para maio na Europa e 17 de junho para a América do Norte pela Domino Records. Uma de suas músicas está disponível para download nos sites do City Slang e no site oficial do álbum.

Neon Golden----> download

The Devil, You + Me-----> download

e dá uma checada nessa linda apresentação com uma orquestra deles... eu achei linda...


Ps: Agradeço ao amigo do Ogata, o Daniel "The lion" Pohl, que me apresentou essa banda que eu, particularmente, to curtindo pra caralho...


Melhor que muita banda folk, esse trio consegue ser melhor que a voz fina do meu post passado (Dry the River), mas ainda não vence do Mumford and Sons. (Infelizmente não encontrei download do cd deles, assim que achar, colocarei aqui)


Até lembra um pouco de Mumford and Sons, mas um pouco mais calmo, e um pouco mais trabalhado. Som de caráter indie, folk, voz bem tranquila, aquela banda perfeita pra viajar tranquilo e de preferência com uma paisagem natural.

Bible Belt

Sem muitos comentários, obra muito boa de Liszts e interpretação atraente.


Já ouviu falar sobre o estilo ''Avant-garde''?? pois é, se você segue meu blog desde o começo, percebeu que eu amo Bat For Lashes, outra banda que é Avant-Garde, o novo estilo que tanto adoro, mistura recursos de vários tipos de música, Avant-Garde na verdade significa ''Vanguarda'', mas posso considerar essa banda como Indie. Vale a pena experimentar essa banda Norte Americana, é um Lsd musical.


Ouça essa musical no escuro no chuveiro:

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Blog formado por estudantes abordando temas culturais como cinema, filosofia, música, tecnologia, arte, etc.

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