Banda que eu ''roubei'' do Guilherme. Banda instrumental que utiliza violino, cello, violão e muita harmonia, metrica, na minha opinião é uma banda excelente, porém não sei nada sobre ela.

Bom, acho que não retornarei a falar sobre minha viajem infelizmente...
não estou tendo tempo pra falar da minha viajem e ninguem tem o mínimo interesse... quem quiser saber mais, que peçam meu diário ou me perguntem o que querem saber, vou tentar voltar o blog na ativa com coisas interessantes, engraçadas e agora com alguma ou outra coisa ciêntifica.
abraços a todos...


Para todos que são economistas, acho que deveriam entender quem é Noam Chomsky: (Filadélfia, 7 de dezembro de 1928) é um linguista, filósofo e ativista político estadunidense.

Seu nome está associado à criação da gramática ge(ne)rativa transformacional, abordagem que revolucionou os estudos no domínio da linguística teórica. É também o autor de trabalhos fundamentais sobre as propriedades matemáticas das linguagens formais, sendo o seu nome associado à chamada Hierarquia de Chomsky.

Seus trabalhos, combinando uma abordagem matemática dos fenómenos da linguagem com uma crítica radical do behavio(u)rismo, em que a linguagem é conceitualizada como uma propriedade inata do cérebro/mente humanos, contribuem decisivamente para o arranque da revolução cognitiva, no domínio das ciências humanas.

Além da sua investigação e ensino no âmbito da linguística, Chomsky é também conhecido pelas suas posições políticas de esquerda e pela sua crítica da política externa dos Estados Unidos. Chomsky descreve-se como um socialista libertário, havendo quem o associe ao anarcossindicalismo.

O termo chomskiano é habitualmente usado para identificar as suas idéias linguísticas embora o próprio considere que esses tipos de classificações (chomskiano, marxista, freudiano) "não fazem sentido em nenhuma ciência", e que "pertencem à história da religião, enquanto organização".

Chomsky é uma das personalidades mais conhecidas da política de esquerda americana. Ele se define politicamente na tradição do anarquismo, uma filosofia política que desafia todas as formas de hierarquia com a tentativa de eliminá-las se se mostrarem injustas. Ele se identifica especialmente com a corrente do Anarcossindicalismo, orientada para a defesa do trabalhador. Diferentemente de muitos anarquistas, Chomsky nem sempre lutam contra a política eleitoral: ele tem mesmo apoiado candidatos a cargos públicos. Ele se descreve como um "companheiro de viagem" da tradição anarquista em oposição ao anarquismo puro para explicar porque algumas vezes ele aceita colaborar com o Estado.

Chomsky também tem dito que ele se considera politicamente, na verdade, um conservador do tipo liberal clássico.[3] Ele também tem se definido como um sionista embora chame a atenção para o fato de que sua definição de sionismo é considerada, por muitos, ser anti-sionista atualmente. Ele diz isso em face de perceber ter havido uma mudança no significado do conceito de "sionismo" desde a década de 1940. Sobre este assunto, em entrevista para a C-Span Book, ele disse:

"Eu sempre apoiei um lar étnico para os judeus na Palestina. Mas isto é diferente de um estado judeu. Há uma forte motivação para um lar étnico, mas se ele deve ser um estado judaico, ou um estado muçulmano, ou um estado cristão, ou um estado branco, é um problema inteiramente diferente".

Além de tudo, Chomsky não gosta dos tradicionais títulos e categorias políticas e prefere deixar sua abordagem falar por ela mesma. Seus principais modos de ação incluem escrever artigos para revistas e livros e proferir palestras engajadas politicamente. Ele tem uma enorme quantidade de apoiadores pelo mundo todo, o que o faz algumas vezes agendar suas palestras com dois anos de antecedência. Chomsky foi um dos principais palestrantes do Fórum Social Mundial, realizado em Porto Alegre, Brasil, no ano de 2002.


Chomsky difere da abordagem convencional pelo fato de ver o Terrorismo de Estado como o problema mais predominante, em oposição ao terrorismo praticado por movimentos políticos marginais. Ele distingue claramente entre o ato de matar civis do ato de atacar pessoal militar e suas instalações. Ele demonstra daí que as causas, as razões e os objetivos não justificam atos de terrorismo. Para Chomsky, o terrorismo é objetivo, não relativo. Ele afirma "Assassinato de civis inocentes é terrorismo, não guerra contra o terrorismo"[4]

O que eu acho mais interessante desse cara é sua visão política...
ele crítica até mesmo Lenin
vale a pena perder um tempinho vendo sua entrevista:

se você entende inglês, deveria ver esse:

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