Julian Plenti é nada mais, nada menos que o pseudônimo usado por Paul Banks, vocalista, compositor e guitarrista da banda (super banda) Interpol. O novo projeto "Skyscraper" ("Arranha-céus ") é um projeto que veio sendo desenvolvido a longo prazo de acordo com fontes; Embora o álbum tenha sido gravado recentemente, suas canções foram escritas ao longo de dez anos. O álbum foi lançado dia 4 de agosto pelo selo Matador Records; Banks contou com a participação de Mike Stroud (Ratatat) na guitarra e Sam Fogarino (Interpol) na bateria. "Julian Plenti is...Skyscraper" é um disco que se dividido em duas partes ficaria assim: uma primeira em que o som (inevitavelmente) se assemelha ao Interpol e a segunda, em que Banks (agora Plenti) arrisca experimentando outras sonoridades, criando um som mais calmo, introspectivo...
Muito bom na minha opinião.
Nota: 7
(A Loira não parece a vocal do metric ?)


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Definitivamente psicodélico.


Júpiter Maçã/Apple, nome artístico de Flávio Basso, (Porto Alegre, 26 de janeiro de 1968) é um cantor, guitarrista e compositor brasileiro, ex-integrante de duas das maiores bandas de rock gaúcho da história, TNT e Os Cascavelletes.

Seu primeiro disco solo, A Sétima Efervescência (1997), é calcado nos moldes de The Piper at the Gates of Dawn, do Pink Floyd, com psicodelia e experimentação (e por um leve momento, um prenúncio de sua obra ulterior, o final de "Sociedades Humanóides Fantásticas", uma bossa-nova psicodélica). As músicas desse disco são grandes referências do rock gaúcho. Contém algumas fixadas no imaginário underground, como "Um Lugar do Caralho" (regravada por Wander Wildner no disco Baladas Sangrentas), "Eu e Minha Ex" (com a parceria de Marcelo Birck nos arranjos) e "As Tortas e as Cucas".

Após experimentar um grande sucesso com o lançamento desse disco, torna-se Jupiter Apple, compõe em inglês, e decide misturar bossa-nova e vanguarda. Muitos fãs não o entenderam, preferindo a psicodelia "simples" dA Sétima Efervescência. Essa mistura inusitada está muito bem feita no seu segundo disco, Plastic Soda (1999). Ele começa com uma canção de nove minutos, "A Lad and a Maid in the Bloom", que define o caráter inovador do disco.

Em 2002 é lançado Hisscivilization, o disco mais ambicioso (e talvez incompreendido) de Jupiter Apple. Longas experimentações eletrônicas (destaque para "The Homeless and the Jet Boots Boy"), bossas elétricas e lounge, valsa, cítaras e MOOGs, condensados em momentos, ora de leveza, ora de paranóia. É seu disco mais hermético: se, para os que estavam acostumados com o rock and roll d'Os Cascavelletes, a A Sétima Efervescência já era algo inesperado (psicodelia em doses cavalares), a reação causada pelos dois discos da fase Apple são ainda mais dramáticas.

Em 2006 era esperado o lançamento do disco Uma Tarde na Fruteira. Nele, o "Apple" volta a ser "Maçã", mas continua explorando o lado brasileiro e experimental, com músicas já eternizadas no subconsciente do underground porto-alegrense, como "A Marchinha Psicótica de Dr. Soup". Esse álbum pode ser considerado o mais acessível do autor. De certa forma, tudo que já foi composto pelo Júpiter está resumido neste disco: desde canções mod sessentistas, levezas jazz, baladas domingueiras e bob-dylanescas, concretismos e timbres eletrônicos.

Eu não gosto, mas a banda não deixa de ser ''???''
Média da banda : 5
Considero as letras...

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