Um vídeo de natal muito bom, ótimo curta :)

Espero que gostem.


Olha... faz tempo que não postamos nada aqui... e eu sempre tento manter os tipos de posts equilibrados né... então está na hora para uma boa banda.


Bravestation lançou um dos melhores Eps desse ano na minha opinião (setembro, para ser + exato)
Provindos da fria Toronto, a música desses canadenses é muito gostosa de se ouvir...
Bem revigorante se me perguntar.

No perfil deles do Facebook tem uma citação bem interessante que ei de traduzi-la.

"Cedo ou tarde nós devemos perceber que não há Estação nessa vida nenhum lugar na terra para se chegar de uma vez por todas. A jornada é a alegria. A estação é uma ilusão-- ela constantemente nos distancia. Ontem é uma memória e amanhã é um sonho. Então, gentilmente tranque a porta do ontem e jogue a chave fora. Não são os fardos do hoje que levam os homens à loucura, mas sim o arrependimento do ontem e o medo de amanhã. Arrependimento e medo são ladrões gêmeos que roubam o hoje de nós." Robert J. Hastings



E o mais legal é que essa banda é uma daquelas que faz parte do band camp, e libera esse Ep na faixa para todo mundo...

Animal não???

o band camp deles está aqui oh!

Moleskines. Quem escreve durante o dia, que tem mania de escrever as coisas que vem na cabeça, como publicitários, ou que realmente não tem motivo nenhum para ter essa mania, como eu, já deve ter ouvido falar desses pequenos caderninhos.

Eles já foram usados por famosos escritores, como Picasso, Van Gohg, Ernest Hemingway (vencedor do premio Nobel de literatura em 1954).
Olhem que animal esse comercial, que achei, e em seguida, observem a Arte de Mattias Adolfsson, que faz seus desenhos também em sketchbooks (creio que também é feita em moleskines :D)


Agora segue a arte de MattiasAdolfsson, que eu particularmente, adorei os traços e a infância (de certa forma) presentes em seus desenhos. Além disso, OLHA OS DETALHES.
















Quem gostou, acesse o blog dele para mais informações aqui.

(adicionado posteriormente)

Depois de postar o conteúdo acima, eu vi uma animação do diretor russo Pavel Pazukhin.
Até tentei descobrir algo sobre ele, mas acontece que não tenho muita noção de russo.
Mas de todo jeito, olha que bonitinha e delicada a animação que ele fez, não sei se é um moleskine,
mas é um skectchbook... e é tão legal que merece nossa antenção

Com um elenco pra lá de alternativo, com Jack White, Meg White, Iggy Pop,Tom Waits,Cate Blanchett e outros artistas renomados, esse filme de Jim Jarmusch , mostrou-se um filme digno do ''Café, Música e Filosofia'', primeiramente devido ao nome do filme, depois temos um elenco um tanto quanto agradável, filme com ''pose'' de cult e muito café.
O filme trata de narrar 11 pequenos curtas, sobre conversas, discussões, ao redor de um cigarro e um café. O diretor muito inteligente, mostra com dignidade o que realmente fazemos quando tomamos um café, aquela famosa conversa de 5 a 15 minutos que muitas vezes ficam na história da nossa vida.
A fotografia do filme é toda em preto e branco, com ''papos'' inteligentes, filosóficos e alternativos, atores graduados e cenas um tanto quanto chamativas...
Existem várias cenas marcantes no filme, por exemplo, temos Cate Blanchett que interpreta dois personagens, Jack White falando do aparelho de tesla , temos também, uma cena engraçada da qual Alfred Molina que interpreta também a si mesmo em um encontro com Steve Coogan..
Obs: Esse filme demorou 17 anos para ser produzido.
Bom, fica a dica para as férias.

Nessa propaganda foram destruídos 25 notebooks... Nenhuma byte de arquivos foi perdido.


O sistema operacional da google, o chrome os, trabalha com tudo online, conectado na rede. Algo assim incrível na minha humilde opinião.

Aqui, a propaganda a qual me refiro:



e a resposta para o quebra cabeça em 2:25 min:

G=(9*10^4+3^4+10)/100

C=2^8-10+4*6!+17^4+(11!/5)+integral of 3x^5dx from 1 to 9

H=2*23^6-((2^28+4)/10-(22^4+3*70-sqrt(81)))

R=3*17^4-(sqrt(256)+31*30^2)

O=17*8!+93^2-10

M=(12*(11^2-6)/5*PI)*integral of 4*sin(x)/x dx from 0 to infinity

X=G/C*H*R*O*M-3

G=900.91 = goo.gl


Juan Francisco Casas, é o CARA! Artista espanhol nascido em La Carorina, formado em "Bellas Artes" pela Universidade de Gramado, Juan é literalmente o CARA! Apesar das fotos que são de sua autoria parecerem digitalizadas ou algo parecido, todas elas são desenhadas com canetas bic (ou Ball point pens, não necessariamente canetas da marca bic).

Suas idéias partem de cenas que ele viu em festas, ou simplesmente fotos de rolês com seus brothers...

Com uma média de 4 canetas por cada um de seus desenhos, que medem cerca de 3 metros de altura, lhes apresento o trabalho de Juan Francisco Casas (o site dele está aqui)










(Y)















Pequeno curta, dirigido por Daron Nefcy, com o som da banda DeVotchka, um violino psicodélico, uma guitarra simples, em suma, um curta bem feito. (Créditos à Bianca violinista).


The XX é uma banda de rock alternativo britânico do sudoeste de Londres, Inglaterra. Formada originalmente por Romy Madley Croft (vocais e guitarra) Oliver Sim (vocais e baixo), Jamie Smith (beats e produção) e Baria Qureshi (teclado), em 2005. Os membros originais reuniram-se na Elliot School, escola do sul de Londres notável por seus ex-alunos, incluindo músicos como Hot Chip, Burial e Four Tet. Em 2009, apareceram no 6.º lugar da lista NME The Future 50 list, destacando-se entre os novos e promissores grupos britânicos.

Em 11 de Novembro de 2009, foi confirmado que a tecladista Baria Qureshi deixou a banda depois de perder vários espetáculos agendados, alegando cansaço. Ela não será substituída, e a banda vai continuar como um trio.




e uma versão acústica bem legal deles também



Aqui o download para o único album deles aqui



Olá apreciadores do bom cinema!
Como prometido, venho aqui de novo, passada uma semana desde meu último post sobre o clássico moderno de Paul Thomas Anderson, Sangue Negro. Bom, se este último filme é um exemplo claro do chamado cinema de gênero americano, vou dar uma virada brusca de sentido para mostrar-lhes desta vez um filme de um gênero no mínimo incomum hoje em dia, os filmes de monstro.
Monstro!?
É.
Mas como assim, monstro tipo Godzilla, King Kong??
É.
M-m-mas é bom?
É, e muito. As vezes melhor até que um melodrama inglês ou uma comédia francesa. Muito melhor.

Especialmente essa pérola aqui, um filme sul-coreano (Coréia do Sul que tem se revelado a melhor surpresa asiática dos últimos tempos no cinema) de 2006, dirigido por Bong Joon-Ho (dos tambem excelentes Memórias de um Assassino e Mother - A Busca Pela Verdade que estreou esse ano no Brasil) e que possui o que considero um dos mais altos atributos dados à um filme. É quando um filme, nesse caso específico um Filme "B" de monstro, ultrapassa os limites do próprio gênero e navega por diversas áreas do cinema. O que isso quer dizer? Que esse filme é muito mais do que um filme de monstro. Dependendo da ótica, pode ser visto como um drama familiar intenso, uma história de superação e uma reflexão sobre o amor incondicional que existe na relação pai e filho. Nossa! mais tudo isso?? Num filme de monstro? Incrivelmente, sim.

A história é simples: Um oficial americano de uma base dos EUA na Coréia do Sul dá uma ordem à um empregado de jogar diversos produtos químicos extremamente tóxicos literalmente pelo ralo, o que faz com que esse material radioativo acabe em algum rio sul-coreano. Pois bem, o que ninguem esperava é que desse material surgisse nada mais nada menos do que um enorme monstro de formato anfíbio (muito bem feito por computação gráfica, por isso a remota classificação como filme B), que resolve sair de seu habitat e caçar humanos em um - o que parece ser - parque que fica ao lado desse rio, onde sempre existem centenas de pessoas contemplando a paisagem. O que acompanhamos no filme é uma família que possui um de vários quiosques que ficam nesse parque, mais especificamente uma menina inteligente, seu pai preguiçoso, e seu avô trabalhador. Ainda na familia temos a tia da menina, que é uma arqueira profissional, e seu tio, um bêbado que apesar de parecer inútil se revela bastante esperto - mas os dois só aparecem mais adiante na trama. É então que quando o monstro que habita o rio sai dele e, depois de muito caos, descobre-se que ele acabou por pegar a coitada da menina da família. O que vem a seguir é simplesmente uma aula de roteiro, direção e - de vida.

O jeito como o filme mostra a luta incondicional dessa simples família para ter sua filha de volta é tão comovente e tocante que é impossível ficar alheio a sua causa. No filme inteiro você deseja com muita ânsia que eles consigam completar a árdua tarefa, você quer estar lá, ao lado deles, nem que seja pra dar seu apoio à familia cativante. O modo como a história é abordada é magnífico, e, o que começa como uma história despretensiosa, em questão de tempo toma proporções Homéricas - é quase uma Odisséia. Os atores são fantásticos, há cenas em que realmente dá vontade de entrar na tela e carregá-los nas costas pra que consigam passar pelos inúmeros obstáculos que são colocados em sua frente. O mais revoltante pra mim foi, definitivamente, a atitude do governo com as pessoas que tiveram contato com o monstro, é inexplicável, tem vezes que sobe o sangue mesmo. Eu gostaria de poder falar aqui dos aspectos técnicos do filme, mas eu nao posso - eu simplesmente fiquei tão preso à trama que não deu pra prestar atenção em nada que não fosse aquela família unida por uma única causa.

A todos os leitores, eu faço um apelo: Não deixem que preconceitos ou julgamentos rápidos os façam deixar de ver este filme. Tudo o que você procura está ali, seja o Drama, a Comédia, Aventura, Ação, Efeitos Visuais, tudo, apenas embalado como filme B de monstro. Não deixe de se emocionar por essa grande história vinda dos territórios asiáticos.


Trailer do filme: (Não se deixe enganar por ele, o trailer é feito para audiências ocidentais e tenta vender uma imagem que o filme não é)


Crítica por Isabela Boscov:


Tokyo Police Club é uma daquelas bandas que eu escutava quando tinha lá meus 17 anos, e ainda sim, depois de quase 4 anos, continuo gostando. Acredito que já tenha postado essa banda há algum tempo, mas me surpreendi com algumas músicas novas deles e um clipe ''novo'', do qual estava por ''fora'', por isso resolvi repostar alguma das músicas legais deles e o clipe ''novo''. Só para lembrar, essa banda é do Canadá e tem como estilo, digamos que um Indie-rock com toques eletrônicos.
Clipe novo

Dois clipes mais famosos deles


e a que eu mais gosto:


Depois de tempos sem postar críticas sobre filmes, e até peço perdão por isso, devido à uma série de fatores, resolvi postar nada mais ou nada menos que o filme que fala sobre Gainsbourg.

Serge Gainsbourg foi um artista bastante renomado na frança , pintor, cantor, pianista, compositor, cineasta, em suma, Músico francês. Gainsbourg nasceu em 1928, sob o signo de Áries e morreu em 1991. Nasceu em Paris, filho de judeus que haviam emigrado para a França, fugindo da revolução de 1917.
O filme sobre Gainsbourg, do diretor Joann Sfar, apresenta como atores: Eric Elmosnino interpretando o Gainsbourg, Laetitita Casta interpretando Bardot. O filme, conta a história de Serge Gainsbourg, desde a infância até a sua morte. O filme parece ser bem fiel com a história da vida dele, além da trilha sonora, Joann Sfar teve a sorte de colocar Eric como Gainsbourg que de fato, parece mesmo com Gainsbourg. O filme também conta com toques expressionistas e surrealistas, alguns poemas de grandes escritores, modelos nuas em várias cenas com o maldito cigarro de Serge e sexo com várias modelos, e claro, muita música.
Antes de apresentar o trailer, pra quem não tem ideia de quem se trata Serge Gainsbourg, vou tentar dar uma pequena ajuda.

O que fez com que eu gostasse do filme, não foi o fato de eu já conhecer o pianista, mas sim o fato de que o filme expressa arte, música, dança, e psicologia envolvida, temos um ''cardápio'' de belas modelos e alguns poemas belos.

Depois de certo tempo sumido, venho aqui, no meu blog, postar algo um tanto quanto cômico, um curta do Fondofilmes que expressa uma sátira em cima de filmes pornôs. Esse pequeno curta que foi dirigido por Ian Spf, merece todo o meu respeito. A ideia foi excelente na minha opinião, uma crítica com certo toque de humor e belas atrizes...


Olá meus caros conterrâneos! Depois de um longo hiato (estou trabalhando no meu próprio curta, e estes últimos dias estive acertando toda a papelada, nosso país faz jus à sua reputação, é tanta burocracia sem sentido que fica difícil pensar em outra coisa), volto aqui ao blog do nosso querido Ogata para, se tudo der certo, fazer um review de um filme pelo menos uma vez por semana, mais como uma indicação para o fim de semana, agora que já estou de férias e sem muita coisa pra fazer..

Gostaria de iniciar essa série de posts com um filme que eu considero um dos melhores (senão o melhor) dos anos 2000, Sangue Negro (2007) dirigido pelo aspirante a prodígio do cinema Paul Thomas Anderson, ou, simplesmente, PT Anderson. Bom, eu queria começar dizendo que Sangue Negro é um daqueles filmes atemporais. Isso porque o filme é tão bem concebido que é possível imaginá-lo em qualquer contexto - ele poderia tanto ter sido produzido nos anos 70 como daqui a 30 anos -, em parte porque é um filme de época, mas principalmente por sua direção de pulso firme e atuações memoráveis. Por exemplo, daqui a 20 anos, será fácil perceber um filme dos tempos atuais, porque hoje em dia os filmes tem um padrão característico: câmera tremida, edição rápida, direção vigorosa, efeitos especias realistas e etc, e olha que eu só estou falando dos blockbusters. Pois é, Sangue Negro não tem disso. É um filme que já nasceu clássico - e isso é fantástico.

O filme conta a história de Daniel Plainview (Daniel Day-Lewis, merece um parágrafo à parte), um mineirador de prata no início do século 20 que se rende ao mundo de riquezas do petróleo. Ele começa em um pequeno poço, mas desenvolve um sistema próprio de perfuração que o permite se tornar um magnata do petróleo americano da costa oeste. Mas esse sistema também lhe rendeu um filho, H.W. (Dillon Freasier, faz você se mexer por dentro sem falar nada), um garoto que Daniel ama, mas praticamente o usa para parecer que seu negócio é de família. Entra então, de maneira despretenciosa, um terceiro elemento: Eli Sunday (Paul Dano, o mudo/autista de Pequena Miss Sunshine, que consegue ficar de igual pra igual com Day-Lewis em cena), pastor da Igreja da Terceira Revelação - fictícia, mas inspirada nessas igrejas messiânicas em geral -, filho de uma família da qual Daniel Plainview planeja comprar suas terras para iniciar uma nova empreitada. Antes que você perceba, cria-se um embate épico entre os personagens durante o filme, e como o título original prediz, There Will Be Blood (haverá sangue).

A trilha sonora é composta por Johnny Greenwood, guitarrista do Radiohead, e anda de mãos dadas com a bela fotografia de Robert Elswit, que preza pela imensidão e secura do deserto californiano, é quase possível sentir o calor e a poeira em você. E tudo, claro, coroado pela direção sóbria, intensa e sem piedade imposta por PT Anderson, que usa muitos enquadramentos simétricos e rígidos em cena, movimentos sutis de câmera, uma grua aqui uma dolly acolá e que, de maneira fantática, nos presenteia com um filme fluído mas ao mesmo tempo muito rígido em suas propostas. Paul Dano, como o pastor da igreja, chamou muito a minha atenção por conseguir ser o contrapeso do fator Daniel Day-Lewis de maneira muito natural. O cara tem muita presença.

Falando em Daniel Day-Lewis, eu queria deixar claro aqui que eu o considero o único ator vivo que é comparável a Marlon Brando em cena. É incrível como ele faz personagens muito variados e cada um deles consegue ser incrivelmente diferente um do outro. Aqui, como Daniel Plainview, vemos aquele homem desgastado em sua vida, que nunca deixa de ser grosseiro, apesar de se tornar uma pessoa bem sucedida. O jeito cordial como ele fala contrasta com o modo rude de ele se expressar e essa mistura proporciona uma atuação incrível, amparada, claro, pelo roteiro, escrito pelo próprio PT Anderson levemente inspirado no livro Oil! de Upton Sinclair. É extremamente difícil criar um personagem tão tridimensional, ambíguo e humano e ao mesmo tempo muito natural, e PT Anderson faz isso em seu quarto filme. De quebra, vemos a estrutura básica da formação dos EUA (Igreja e Economia) de um jeito criativo. Seja por assistir à um clássico moderno ou simplesmente para se distraír um pouco, Sangue Negro é, e sempre será, uma boa pedida para uma tarde chuvosa como hoje.

Trailer:



Crítica por Isabela Boscov (crítica da Veja, recomendo):


Discutam...














Esse post foi cutucão...




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