Cinema francês é algo que no mínimo merece respeito (ao meu ver, claro). Pode ser que muito de vocês odeiem. Aquele excêntrico, eloquente e dramático cinema "Cult" não é de agrado para todos, e muitas vezes não é de agrado para ninguém, mas por outras vezes o cinema francês é a expressão da beleza. Claro que não é só o cinema francês. Mas uma coisa que os franceses trazem, com efeito, é uma manifestação linguística poética, singular. A poesia é acompanhada com toques de crítica, questionamentos filosóficos, etc. Por hoje, apenas vou colocar um filme na íntegra para degustar e, talvez, em outro post, faço uma análise filosófica acerca do cinema francês.

Um homem que dorme torna claro do que o cinema francês pode ser capaz. Não é um filme muito movimentado, nada mainstream. Mas é um filme poético. Aos seus moldes, niilista e dramático.Um longa como um livro de poesias, porém, um livro com imagens. Imagens faladas, acopladas de pensamentos, indagações. Filme niilista, triste, mostra o nada. Talvez uma boa dose de Nietzsche, com o pensamento trágico poderia destruir esse longa. Enfim, um filme interessante, parado. Requer paciência, empatia e principalmente critica.




F.M.Ogata

Lobo Larsen @ogataogara

1 comentários:

A sua visão sobre o cinema francês é parecida com a minha, a única coisa que provavelmente deve ser diferente é que o meu diretor francês preferido é o Jean Renoir.

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Blog formado por estudantes abordando temas culturais como cinema, filosofia, música, tecnologia, arte, etc.

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