Moleskines. Quem escreve durante o dia, que tem mania de escrever as coisas que vem na cabeça, como publicitários, ou que realmente não tem motivo nenhum para ter essa mania, como eu, já deve ter ouvido falar desses pequenos caderninhos.
Eles já foram usados por famosos escritores, como Picasso, Van Gohg, Ernest Hemingway (vencedor do premio Nobel de literatura em 1954).
Olhem que animal esse comercial, que achei, e em seguida, observem a Arte de Mattias Adolfsson, que faz seus desenhos também em sketchbooks (creio que também é feita em moleskines :D)
Agora segue a arte de MattiasAdolfsson, que eu particularmente, adorei os traços e a infância (de certa forma) presentes em seus desenhos. Além disso, OLHA OS DETALHES.
Quem gostou, acesse o blog dele para mais informações aqui.
(adicionado posteriormente)
Depois de postar o conteúdo acima, eu vi uma animação do diretor russo Pavel Pazukhin.
Até tentei descobrir algo sobre ele, mas acontece que não tenho muita noção de russo.
Mas de todo jeito, olha que bonitinha e delicada a animação que ele fez, não sei se é um moleskine,
mas é um skectchbook... e é tão legal que merece nossa antenção
Com um elenco pra lá de alternativo, com Jack White, Meg White, IggyPop,Tom Waits,Cate Blanchett e outros artistas renomados, esse filme de JimJarmusch , mostrou-se um filme digno do ''Café, Música e Filosofia'', primeiramente devido ao nome do filme, depois temos um elenco um tanto quanto agradável, filme com ''pose'' de cult e muito café. O filme trata de narrar 11 pequenos curtas, sobre conversas, discussões, ao redor de um cigarro e um café. O diretor muito inteligente, mostra com dignidade o que realmente fazemos quando tomamos um café, aquela famosa conversa de 5 a 15 minutos que muitas vezes ficam na história da nossa vida. A fotografia do filme é toda em preto e branco, com ''papos'' inteligentes, filosóficos e alternativos, atores graduados e cenas um tanto quanto chamativas... Existem várias cenas marcantes no filme, por exemplo, temos Cate Blanchett que interpreta dois personagens, Jack White falando do aparelho de tesla , temos também, uma cena engraçada da qual Alfred Molina que interpreta também a si mesmo em um encontro com SteveCoogan.. Obs: Esse filme demorou 17 anos para ser produzido. Bom, fica a dica para as férias.
Juan Francisco Casas, é o CARA! Artista espanhol nascido em La Carorina, formado em "Bellas Artes" pela Universidade de Gramado, Juan é literalmente o CARA! Apesar das fotos que são de sua autoria parecerem digitalizadas ou algo parecido, todas elas são desenhadas com canetas bic (ou Ball point pens, não necessariamente canetas da marca bic).
Suas idéias partem de cenas que ele viu em festas, ou simplesmente fotos de rolês com seus brothers...
Com uma média de 4 canetas por cada um de seus desenhos, que medem cerca de 3 metros de altura, lhes apresento o trabalho de Juan Francisco Casas (o site dele está aqui)
Pequeno curta, dirigido por Daron Nefcy, com o som da banda DeVotchka, um violino psicodélico, uma guitarra simples, em suma, um curta bem feito. (Créditos à Bianca violinista).
The XX é uma banda de rock alternativo britânico do sudoeste de Londres, Inglaterra. Formada originalmente por Romy Madley Croft (vocais e guitarra) Oliver Sim (vocais e baixo), Jamie Smith (beats e produção) e Baria Qureshi (teclado), em 2005. Os membros originais reuniram-se na Elliot School, escola do sul de Londres notável por seus ex-alunos, incluindo músicos como Hot Chip, Burial e Four Tet. Em 2009, apareceram no 6.º lugar da lista NME The Future 50 list, destacando-se entre os novos e promissores grupos britânicos.
Em 11 de Novembro de 2009, foi confirmado que a tecladista Baria Qureshi deixou a banda depois de perder vários espetáculos agendados, alegando cansaço. Ela não será substituída, e a banda vai continuar como um trio.
Olá apreciadores do bom cinema! Como prometido, venho aqui de novo, passada uma semana desde meu último post sobre o clássico moderno de Paul Thomas Anderson, Sangue Negro. Bom, se este último filme é um exemplo claro do chamado cinema de gênero americano, vou dar uma virada brusca de sentido para mostrar-lhes desta vez um filme de um gênero no mínimo incomum hoje em dia, os filmes de monstro. Monstro!? É. Mas como assim, monstro tipo Godzilla, King Kong?? É. M-m-mas é bom? É, e muito. As vezes melhor até que um melodrama inglês ou uma comédia francesa. Muito melhor.
Especialmente essa pérola aqui, um filme sul-coreano (Coréia do Sul que tem se revelado a melhor surpresa asiática dos últimos tempos no cinema) de 2006, dirigido por Bong Joon-Ho (dos tambem excelentes Memórias de um Assassino e Mother - A Busca Pela Verdade que estreou esse ano no Brasil) e que possui o que considero um dos mais altos atributos dados à um filme. É quando um filme, nesse caso específico um Filme "B" de monstro, ultrapassa os limites do próprio gênero e navega por diversas áreas do cinema. O que isso quer dizer? Que esse filme é muito mais do que um filme de monstro. Dependendo da ótica, pode ser visto como um drama familiar intenso, uma história de superação e uma reflexão sobre o amor incondicional que existe na relação pai e filho. Nossa! mais tudo isso?? Num filme de monstro? Incrivelmente, sim.
A história é simples: Um oficial americano de uma base dos EUA na Coréia do Sul dá uma ordem à um empregado de jogar diversos produtos químicos extremamente tóxicos literalmente pelo ralo, o que faz com que esse material radioativo acabe em algum rio sul-coreano. Pois bem, o que ninguem esperava é que desse material surgisse nada mais nada menos do que um enorme monstro de formato anfíbio (muito bem feito por computação gráfica, por isso a remota classificação como filme B), que resolve sair de seu habitat e caçar humanos em um - o que parece ser - parque que fica ao lado desse rio, onde sempre existem centenas de pessoas contemplando a paisagem. O que acompanhamos no filme é uma família que possui um de vários quiosques que ficam nesse parque, mais especificamente uma menina inteligente, seu pai preguiçoso, e seu avô trabalhador. Ainda na familia temos a tia da menina, que é uma arqueira profissional, e seu tio, um bêbado que apesar de parecer inútil se revela bastante esperto - mas os dois só aparecem mais adiante na trama. É então que quando o monstro que habita o rio sai dele e, depois de muito caos, descobre-se que ele acabou por pegar a coitada da menina da família. O que vem a seguir é simplesmente uma aula de roteiro, direção e - de vida.
O jeito como o filme mostra a luta incondicional dessa simples família para ter sua filha de volta é tão comovente e tocante que é impossível ficar alheio a sua causa. No filme inteiro você deseja com muita ânsia que eles consigam completar a árdua tarefa, você quer estar lá, ao lado deles, nem que seja pra dar seu apoio à familia cativante. O modo como a história é abordada é magnífico, e, o que começa como uma história despretensiosa, em questão de tempo toma proporções Homéricas - é quase uma Odisséia. Os atores são fantásticos, há cenas em que realmente dá vontade de entrar na tela e carregá-los nas costas pra que consigam passar pelos inúmeros obstáculos que são colocados em sua frente. O mais revoltante pra mim foi, definitivamente, a atitude do governo com as pessoas que tiveram contato com o monstro, é inexplicável, tem vezes que sobe o sangue mesmo. Eu gostaria de poder falar aqui dos aspectos técnicos do filme, mas eu nao posso - eu simplesmente fiquei tão preso à trama que não deu pra prestar atenção em nada que não fosse aquela família unida por uma única causa.
A todos os leitores, eu faço um apelo: Não deixem que preconceitos ou julgamentos rápidos os façam deixar de ver este filme. Tudo o que você procura está ali, seja o Drama, a Comédia, Aventura, Ação, Efeitos Visuais, tudo, apenas embalado como filme B de monstro. Não deixe de se emocionar por essa grande história vinda dos territórios asiáticos.
Trailer do filme: (Não se deixe enganar por ele, o trailer é feito para audiências ocidentais e tenta vender uma imagem que o filme não é)