Me ví discutindo (estava mais para expondo, já que o Ogata não deu a mínima, hahaha :D) hoje como é diferente o jeito que eu se expõe as coisas...

A maneira como se fala um sentimento, a maneira que percebemos uma informação, e o efeito dessas interpretações sobre as nossas vidas, nossas decisões, tudo...
Depois me deparei com esse vídeo que um dos meus melhores amigos, o Matheus Casaes, postou em sua conta no fb.





Nascido e criado em Gotemburgo, Suécia, José Gonzalez é filho de argentinos, canta em inglês e sua música lembra o que seria um folk à Nick Drake com João Gilberto. Suas influências contemporâneas são Elliott Smith, Joe Pernice e Kings Of Convenience, mas sua voz traz lembranças de cantores clássicos da história da música pop como Mark Eitzel e Mark Kozeleck. Seu primeiro disco, Veneer, foi editado na Suécia em 2003, mas o sucesso na Escandinávia demorou dois anos para chegar ao resto da Europa. Entretanto, quando chegou, Veneer conquistou um contrato com a editora britânica, a Parasol, e o terceiro lugar dos mais vendidos na Inglaterra.

A beleza que José González imprimiu na sua versão de “Heartbeats” – originalmente de The Knife, outra banda sueca - é uma prova da sua rica e diversificada habilidade musical. E foi exatamente essa beleza com tom de novidade que atraiu a Sony quando estava desenvolvendo o comercial de sua nova televisão BRAVIA. Com esse comercial, além de ganhar o mercado americano e o japonês, González chamou atenção dos espertinhos produtores da série americana The O.C. que fecharam uma temporada ao som de “Crosses”.

A história de Jose Gonzalez é rara no atual mundo da música pop. Um artista resistindo os vícios da cultura pop para criar algo único e intimista. E ainda assim, consegue ser reconhecido pelas instituições que carregam uma grande bagagem desses vícios. Recentemente, Gonzalez foi nomeado ao Grammy por sua participação no brilhante álbum do Zero 7, “The Garden”, na categoria de Melhor Música Eletrônica. Na Suécia, recebeu das mãos do Ministro do Comercio Exterior Sten Tolgfors o prêmio de Música de Exportação do Governo Sueco na edição local do Grammy 2007.


By the way...

Esse foi o Clipe mais divertido que vi em tempos viu...

Sim, vemos isso todo dia...
Óbvio.


















Alex Eylar, tem 21 anos e é de oklahoma. De acordo com ele, é bem divertido fazer esse tipo de trabalho, mas pode demorar muito, já que precisa acertar direitinho aos efeitos. e isso pode demorar dias.


Parabéns Alex.





Post expresso, to meio sem tempo ultimamente...


Documentário foda sobre a juventude!
assistam!!!

Seguinte! Achei esse texto e, de cara, achei fantastico. Achei que e o tipo de texto que muita gente pode se identificar... pelo menos algumas pessoas que eu conheco, sentiram exatamente o mesmo. You know... nos, meio intelectuais, meio de esquerda. Espero que gostem!
(Texto a baixo encontrado em uma publicacao no Facebook, compartilhado por uma pessoa e com autoria dada.)

Por Antonio Prata

Eu sou meio intelectual, meio de esquerda, por isso freqüento bares meio ruins.
Não sei se você sabe, mas nós, meio intelectuais, meio de esquerda, nos julgamos a vanguarda do proletariado, há mais de 150 anos. (Deve ter alguma coisa de errado com uma vanguarda de mais de 150 anos, mas tudo bem).
No bar ruim que ando freqüentando nas últimas semanas o proletariado é o Betão, garçom, que cumprimento com um tapinha nas costas acreditando resolver aí 500 anos de história.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos ficar "amigos" do garçom, com quem falamos sobre futebol enquanto nossos amigos não chegam para falarmos de literatura.
"Ô Betão, traz mais uma pra gente", eu digo, com os cotovelos apoiados na mesa bamba de lata, e me sinto parte do Brasil.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos fazer parte do Brasil, por isso vamos a bares ruins,que tem mais a cara do Brasil que os bares bons, onde se serve petit gateau e não tem frango à passarinho ou carne de sol com macaxeira que são os pratos tradicionais de nossa cozinha.
Se bem que nós, meio intelectuais, quando convidamos uma moça para sair pela primeira vez, atacamos mais de petit gateau do que de frango à passarinho, porque a gente gosta do Brasil e tal, mas na hora do vamos ver uma europazinha bem que ajuda.
A gente gosta do Brasil, mas muito bem diagramado. Não é qualquer Brasil.
Assim como não é qualquer bar ruim.
Tem que ser um bar ruim autêntico, um boteco, com mesa de lata, copo americano e, se tiver porção de carne de sol, a gente bate uma punheta ali mesmo.
Quando um de nós, meio intelectuais, meio de esquerda, descobre um novo bar ruim que nenhum outro meio intelectual, meio de esquerda freqüenta, não nos contemos: ligamos pra turma inteira de meio intelectuais, meio de esquerda e decretamos que aquele lá é o nosso novo bar ruim.
Porque a gente acha que o bar ruim é autêntico e o bar bom não é, como eu já disse.
O problema é que aos poucos o bar ruim vai se tornando cult, vai sendo freqüentado por vários meio intelectuais, meio de esquerda e universitárias mais ou menos gostosas.
Até que uma hora sai na Vejinha como ponto freqüentado por artistas, cineastas e universitários e nesse ponto a gente já se sente incomodado e quando chega no bar ruim e tá cheio de gente que não é nem meio intelectual, nem meio de esquerda e foi lá para ver se tem mesmo artistas, cineastas e universitários, a gente diz: eu gostava disso aqui antes, quando só vinha a minha turma de meio intelectuais, meio de esquerda, as universitárias mais ou menos gostosas e uns velhos bêbados que jogavam dominó.
Porque nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos dizer que freqüentávamos o bar antes de ele ficar famoso, íamos a tal praia antes de ela encher de gente, ouvíamos a banda antes de tocar na MTV.
Nós gostamos dos pobres que estavam na praia antes, uns pobres que sabem subir em coqueiro e usam sandália de couro, isso a gente acha lindo, mas a gente detesta os pobres que chegam depois, de Chevete e chinelo Rider.
Esse pobre não, a gente gosta do pobre autêntico, do Brasil autêntico.
E a gente abomina a Vejinha, abomina mesmo, acima de tudo.
Os donos dos bares ruins que a gente freqüenta se dividem em dois tipos: os que entendem a gente e os que não entendem.
Os que entendem percebem qual é a nossa, mantém o bar autenticamente ruim, chamam uns primos do cunhado para tocar samba de roda toda sexta-feira, introduzem bolinho de bacalhau no cardápio e aumentam em 50% o preço de tudo.
Eles sacam que nós, meio intelectuais, meio de esquerda, somos meio bem de vida e nos dispomos a pagar caro por aquilo que tem cara de barato.
Os donos que não entendem qual é a nossa, diante da invasão, trocam as mesas de lata por umas de fórmica imitando mármore, azulejam a parede e põem um som estéreo tocando reggae.
Aí eles se fodem, porque a gente odeia isso, a gente gosta, como já disse algumas vezes, é daquela coisa autêntica, tão brasileira, tão raiz.
Não pense que é fácil ser meio intelectual, meio de esquerda, no Brasil!
Ainda mais porque a cada dia está mais difícil encontrar bares ruins do jeito que a gente gosta, os pobres estão todos de chinelo Rider e a Vejinha sempre alerta, pronta para encher nossos bares ruins de gente jovem e bonita e a difundir o petit gateau pelos quatro cantos do globo.
Para desespero dos meio intelectuais, meio de esquerda, como eu que, por questões ideológicas, preferem frango a passarinho e carne de sol com macaxeira (que é a mesma coisa que mandioca mas é como se diz lá no nordeste e nós, meio intelectuais, meio de esquerda, achamos que o nordeste é muito mais autêntico que o sudeste e preferimos esse termo, macaxeira, que é mais assim Câmara Cascudo, saca?).
- Ô Betão, vê um cachaça aqui pra mim. De Salinas quais que tem?

Annie Hall, ou na tradução meio esquisita brasileirada,"Noivo neurótico e noiva nervosa", temos a produção de Woody Allen como diretor e personagem principal.

Falar de Woody Allen requer muito conhecimento no cinema, acredito que o nosso querido ZIPPO teria muito mais o que dizer sobre esse filme até por que ele sabe mais sobre Woody do que eu.

Mas não vou ficar enrolando, vamos ao meu resumo"Crítico". O que falar desse filme ? acredito que é uma das comédias mais inteligentes do cinema, desde a hora que começa o filme até o final, você fica se perguntando como Woody Allen conseguiu colocar tantas frases engenhosas, e ainda que tem um pitada cômica.
Woody fez um roteiro extremamente inteligente, filosofico e cômico, além de ser um bom ator em geral.

Sem muitas críticas de um dos "maestros" do cinema, vamos ao trailer:

Depois de um tempo sem postar, venho aqui para aprensentar Binki Shapiro, uma artista "modelo" que tocou com os caras do Little Joy.
Binki Shapiro & Friends apresenta um som folk, utilizando violino, violão, guitarra e uma voz feminina agradável.

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