É tempo de mudança, tempo de compreensão, criação de coisas novas, destruição e renovação. Férias.

Minha querida amiga Giovanna (que faz parte do Blog, mas anda sumida), me mandou um curta muito interessante. "Bonitinho", com música clássica e boa animação, vale a pena!




Que tal começar a semana com um som folk, alegre, dançante e gostoso? Of Monster and Men tem tudo para proporcionar um folk similar a Mumford and sons, Laura Marling e até mesmo com toques de Beirut.
A banda faz uma harmonia entre vocais masculino e feminino, instrumentos acústicos com um "q" de clássico que fazem com que Of Monster and Men ganhe respeito aqui no blog e portanto mereça um post com alguns clipes..



“Não é tão simples como parece. Aquele pensamento transcende, vai além. Os lábios dela falam por si, quase tocam os meus e, os pensamentos tão frustrados se encontram com os lábios dela, carnudos, vermelhos na cor do sangue. Frustrante eu fico no decair da noite, não a tenho mais, mas tenho os pensamentos, os encontros representativos. Os lábios vibram e aquele sorriso sobe, não muito…  aos poucos a memória dela ressurge. Era só ela, só aqueles lábios e aquele sorriso demoníaco que me agradava, o resto era desconsiderado. Seria ignorância abandonar tanta beleza assim?

A vida passa, o tempo corroí o coração, os pensamentos amadurecem e aquela imagem, não muito distante, continua em minha alma. Dádiva ou maldição? Um velho encontro com ela que os pensamentos me trazem…Frio, distância, amargura, frustração, solidão, mas mais que tudo isso, ela me leva ao novo, a criação destruidora. Algo novo surge no amor, não sei muito bem o que é, mas é um velho-novo encontro.” 

F.M.Ogata - Lobo Larsen




Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
Álvaro de Campos



Não sei muito sobre esse pensador, nem se é formado em filosofia, ou estudou filosofia, mas seu pensamento  no fundo tem um toque Socrático e, embora  não concorde com tudo que ele falou, acredito que vale a pena ver.

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Blog formado por estudantes abordando temas culturais como cinema, filosofia, música, tecnologia, arte, etc.

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