Sinceramente, nunca compreendi por completo esse filme, talvez alguém o tenha, mas embora não tenha entendido totalmente o que filme trás pelo fenômeno artístico, o filme é uma "revolução" e não é qualquer uma. Uma obra de arte misteriosa, perturbadora e dialética.
Lynch é um diretor que elabora muitos conceitos filosóficos em seus filmes, e só para fazer uma pequena analogia e apologia, basta lembrar de "cidade dos sonhos" com aquelas cenas dialéticas, e até um pouco complicadas de interpretar. O que importa é que Lynch, no filme Eraserhead, mostra o que é capaz, isso é, uma mente brilhante. Eu até poderia dizer que existem vários "Eraserhead", cada um faz sua notação, sua interpretação, alguns ficam perplexos, outros nem tanto, o filme é um leque para interpretações. O roteiro que é um tanto quanto louco, um enredo interessante, personagens bizarros e enigmáticos, trilha sonora atraente, e o principal, um mistério perturbador, em suma, um filme diferente, bizarro, revolucionário e de difícil concepção.
A primeira vez que eu vi esse filme, simplesmente não entendi nada. Sabe aqueles filmes que você vê e fala "Mas que diabos de filme?", pois é, mas é isso que é interessante, essa sensação de tentar entender os porquês das cenas. Além do mais, o filme chega a ser cômico em muitas cenas..
Não vou dizer que esse filme é um dos melhores que eu já vi, mas posso afirmar, com alguma certeza, que ele é um filme revolucionário na história do cinema.
@ogataogara
Imagine a seguinte situação: você quer apreender algo... ou melhor, você quer ensinar algo. Ou melhor ainda, você quer ganhar uma graninha extra! Ou ainda quer aumentar o seu estoque de conhecimento em áreas que não tem contato. OOOU você quer rellembra algum conceito mas não tem muito dinheiro para pagar alguem para te ensinar...
Todos podemos aprender com ela :-)
Inspired, in equal measures, by Hurricane Katrina, Buster Keaton, The Wizard of Oz, and a love for books, “Morris Lessmore” is a story of people who devote their lives to books and books who return the favor.
· Palm Springs International ShortFest: Audience Favorite Award
· SIGGRAPH: Best in Show
Baseado em uma obra de Lourenço Mutarelli, dirigido por Paulo Machline, o filme "O natimorto" foi lançado em 2009.
A história que envolve um caçador de talentos, uma cantora de ópera, café e muitos cigarros, pode surpreender o cinéfilo. Dramático e extremamente poético, a obra de Lourenço Mutarelli explora o lado nostálgico da vida, remetendo a grandes contos ao decorrer do roteiro e colocando em ênfase teorias sobre os sentidos da vida.
O filme envolve uma certa crítica ao esoterismo, uma forte analogia ao simbolismo e outros temas eloquentes. A referência ao cigarro chega a ser até poético durante todo o longa. O natimorto lida também com diálogos bem elaborados, filosóficos e devaneios ao pé da letra. O roteiro envolve muitos pensamentos do protagonista, alguns pensamentos colocam em xeque questões da vaidade, do amor, da solidão e como um todo, da vida.
Em termos artísticos o filme deixa um pouco a desejar. O artista principal, no começo do filme, parece um amador, e a atriz parece forçar um pouco o papel, em suma, atores não estão envolvidos no filme. A fotografia também não é nada especial, alguns efeitos podem atrair um pouco, mas nada que nos cause um espanto. O que destaco para o filme é o roteiro do filme, isso é, o livro e toda a história.
É um bom filme, frases marcantes, história interessante, mas poderia ter sido melhor.
Maps & Atlases é uma banda que me surpreendeu por demasia. O álbum que começa com um indie rock comum, nada muito especial, desenvolve-se de modo muito atraente no decorrer das faixas. A primeira música do álbum "Perch Patchwork", chamada "will" lembra bastante a banda "Modest Mouse", mas já a segunda "The charm" já vai mostrando do que a banda é capaz e vai se diferenciado aos poucos de Modest Mouse. As músicas são conectadas, muito bem elaboradas, com letras poéticas e até filosóficas e, o que chama mais atenção é a criatividade da banda, isso é, uma voz alternativa, violinos, violão folk, guitarra, e até alguns toques de eletrônico.
Destaque para a música "Solid Ground"
A música que eu mais gosto deles é "Pigeon":
"Este comercial não é real, bem como os padrões de beleza de nossa sociedade"
