Sinceramente, nunca compreendi por completo esse filme, talvez alguém o tenha, mas embora não tenha entendido totalmente o que filme trás pelo fenômeno artístico, o filme é uma "revolução" e não é qualquer uma. Uma obra de arte misteriosa, perturbadora e dialética.

Lynch é um diretor que elabora muitos conceitos filosóficos em seus filmes, e só para fazer uma pequena analogia e apologia, basta lembrar de "cidade dos sonhos" com aquelas cenas dialéticas, e até um pouco complicadas de interpretar. O que importa é que Lynch, no filme Eraserhead, mostra o que é capaz, isso é, uma mente brilhante. Eu até poderia dizer que existem vários "Eraserhead", cada um faz sua notação, sua interpretação, alguns ficam perplexos, outros nem tanto, o filme é um leque para interpretações. O roteiro que é um tanto quanto louco, um enredo interessante, personagens bizarros e enigmáticos, trilha sonora atraente, e o principal, um mistério perturbador, em suma, um filme diferente, bizarro, revolucionário e de difícil concepção.

A primeira vez que eu vi esse filme, simplesmente não entendi nada. Sabe aqueles filmes que você vê e fala "Mas que diabos de filme?", pois é, mas é isso que é interessante, essa sensação de tentar entender os porquês das cenas. Além do mais, o filme chega a ser cômico em muitas cenas..
Não vou dizer que esse filme é um dos melhores que eu já vi, mas posso afirmar, com alguma certeza, que ele é um filme revolucionário na história do cinema.

@ogataogara

Imagine a seguinte situação: você quer apreender algo... ou melhor, você quer ensinar algo. Ou melhor ainda, você quer ganhar uma graninha extra! Ou ainda quer aumentar o seu estoque de conhecimento em áreas que não tem contato. OOOU você quer rellembra algum conceito mas não tem muito dinheiro para pagar alguem para te ensinar...


Todas essa bagatela de opções está disponível em um novo projeto nos EUA. O Skillshare é uma plataforma de cursos que são ministrados por pessoas que querem dividir algum conhecimento, nas mais diversas áreas de aprendizado. E a aula não é on-line não! Acontece em alum escritório da Skillshare nos EUA!

Parece complicado, por isso um vídeo pode facilitar a explicação:


As aulas variam são de essencialmente 5 campos (com perspectiva de aumentar): Artes, Culinária, Empreendedorismo, Estilo de Vida e Tecnologia.

Pode até parecer meio quadradão os temas, mas a maneira com que este site está formatando o ensino é única. A formalidade, os diplomas, as cerimonias passa a ser desimportantes. O foco é o conteúdo do que se aprende, tendo em mente a habilidade do professor.

Os indivíduos passa a não serem mais classificados como passivo e ativo ou, em termos dialético-marxistas, deixa de ter um pólo relativo e outro equivalente. Ou, o indivíduo agora é ambos. Chegando talvez no ápice da contradição do nosso sistema de produção de conhecimento.

Creio que isso, junto com alguns outros projetos que tenho visto no ramo da educação na internet, promete ser um salto na maneira com que pensamos a educação. Uma maneira orgânica de intercambio de conhecimento, onde você por hora é o aluno e por hora o professor. Sem falar que o conteúdo deixa de ser estático, passando para um dinamismo do século XXI.

Animal não?
Quem quiser saber mais sobre esse projeto, entre no site, crie uma conta... Vale a pena! Link abaixo:

Todos podemos aprender com ela :-)



Criado por: http://www.sebasandclim.com/ (entre no site, o trabalho dele parece ser do caramba, criativo e muito profissional!!)

Música por: http://www.aimar-molero.com/ (bonitinha vai!)

Inspired, in equal measures, by Hurricane Katrina, Buster Keaton, The Wizard of Oz, and a love for books, “Morris Lessmore” is a story of people who devote their lives to books and books who return the favor.

Este curta-metragem é realmente emocionante. Moris Lessmore é um poeta infeliz que perde tudo em um furacão que ataca sua cidade. Ao ver que perdeu todas as suas obras sua vida se torna ainda mais "preta e branca". Porém, ao ver uma fada dos livros ele é convidado para ministra um biblioteca de livros voadores e com personalidade. Além de viver nela e passar por alguns maus bocados, seu objetivo é claro: cria um livro voador que seja de sua autoria.


Até hoje, este curta foi nomeado para os seguintes prêmios:
· Cinequest Film Fest: Best Animated Short
· Palm Springs International ShortFest: Audience Favorite Award
· SIGGRAPH: Best in Show

Porém, o mais legal de tudo, é que a produtora desse curta disponibiliza aplicações da App Store da Apple para que os usuários interajam com as histórias. Com uma narração envolvente do mesmo curta, o aplicativo contem com minigames e puzzles que se conectam com a história original do curta!

Quem quiser ver o aplicativo, abaixo segue o link da app store.




Baseado em uma obra de Lourenço Mutarelli, dirigido por Paulo Machline, o filme "O natimorto" foi lançado em 2009.

A história que envolve um caçador de talentos, uma cantora de ópera, café e muitos cigarros, pode surpreender o cinéfilo. Dramático e extremamente poético, a obra de Lourenço Mutarelli explora o lado nostálgico da vida, remetendo a grandes contos ao decorrer do roteiro e colocando em ênfase teorias sobre os sentidos da vida.

O filme envolve uma certa crítica ao esoterismo, uma forte analogia ao simbolismo e outros temas eloquentes. A referência ao cigarro chega a ser até poético durante todo o longa. O natimorto lida também com diálogos bem elaborados, filosóficos e devaneios ao pé da letra. O roteiro envolve muitos pensamentos do protagonista, alguns pensamentos colocam em xeque questões da vaidade, do amor, da solidão e como um todo, da vida.

Em termos artísticos o filme deixa um pouco a desejar. O artista principal, no começo do filme, parece um amador, e a atriz parece forçar um pouco o papel, em suma, atores não estão envolvidos no filme. A fotografia também não é nada especial, alguns efeitos podem atrair um pouco, mas nada que nos cause um espanto. O que destaco para o filme é o roteiro do filme, isso é, o livro e toda a história.

É um bom filme, frases marcantes, história interessante, mas poderia ter sido melhor.


Maps & Atlases é uma banda que me surpreendeu por demasia. O álbum que começa com um indie rock comum, nada muito especial, desenvolve-se de modo muito atraente no decorrer das faixas. A primeira música do álbum "Perch Patchwork", chamada "will" lembra bastante a banda "Modest Mouse", mas já a segunda "The charm" já vai mostrando do que a banda é capaz e vai se diferenciado aos poucos de Modest Mouse. As músicas são conectadas, muito bem elaboradas, com letras poéticas e até filosóficas e, o que chama mais atenção é a criatividade da banda, isso é, uma voz alternativa, violinos, violão folk, guitarra, e até alguns toques de eletrônico.

Destaque para a música "Solid Ground"





A música que eu mais gosto deles é "Pigeon":



"Este comercial não é real, bem como os padrões de beleza de nossa sociedade"

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