Smukke Mennesker é um filme do diretor e roteirista Mikkel Munch-Fals, de 2010, o filme dinamarquês conta com Sebastian Jessen.
Dramático, deprimente, poético e uma lição de vida. Esse é dos melhores filmes que eu já vi. Não pelos atores, nem pela filmagem, nem mesmo a direção, mas sim pelo roteiro e pela moral do filme. Um filme relativamente bom, pode-se dizer que deve ter no mínimo alguma coisa que nos chame atenção, que seja diferente, que tenha "algo" por assim dizer. Smukk Mennesker que em inglês significa "Nothing's all bad", é um dos melhores filmes que eu já vi, por alguns motivos, além de ser um filme moralista, ele expressa a negatividade à ponto de chocar, mostra a questão da solidão humana e ao mesmo tempo ele mostra a questão "otimista" ou "racional" da vida, em outras palavras, "tudo depende do ponto de vista". Não só isso, devo dizer que é um filme relativamente forte, dramático, mas que tem uma filosofia extramente interessante. Também destaco o enredo genial do diretor.
Se você está de mal com a vida, depressivo, acha que as coisas estão ruins, fica à dica:
assista esse filme.
Sem mais blá blá, vamos ao trailer e sinopse:
Sinopse: A vida de quatro pessoas que anseiam algo melhor. Ingeborg que se sente pouco atraente, o jovem Jonas que de tão atraente pode, literalmente, vender o que tem. Anna, uma bela mulher, com uma sequela física, e Anders, um homem gentil com um distúrbio psicológico. Quatro pessoas desejando o amor, cada qual ao seu estilo, esperando por um amanhã melhor.
Dirigido por Max Winkler, o filme Ceremony(2010) conta com a presença ilustre de Uma Thurman.
Engraçado, poético, mas nada inovador. O filme de Max Winkler não passa de uma simples comédia americana, com um sútil toque de romance alternativo. Diferente do "Main stream" cinemático, o filme chama atenção com seu humor dramático. Roteiro e enredo chamativo, um pouco interessante mas nada criativo. Se você é do tipo que adora aqueles filmes "leves", que não tem conclusão de nada, nada moralista, então provavelmente irá gostar.
Coloquei no blog, para dar uma "pausa" de filmes muito "pesados", com critérios abrangentes e planos. O filme Ceremony é uma boa comédia e merece sim ser visto, não tão digno de cinemacultura.com e café filosofia e cinema, mas um bom "descanso" cinemático.
Fica à dica, pra quem quer assistir um filme um pouco melhor que o tradicional Romance americano, com um toque de humor. (E pra quem já passou por isso, também.. haha)
Dirigido e escrito por Sean Ellis, Cashback é um filme inglês de 2006, com a Michelle Ryan e Sean Biggerstaff.
Excelente, fantástico, criativo e culto. O filme de Sean Ellis me impressionou muito, mais do que esperado é um filme excelente para se ver à qualquer hora e mais de uma vez. O roteiro fantástico elaborado pelo próprio diretor, aborda várias temas interessantes da arte, do amor, da ficção e do drama. Mesmo saindo um pouco da realidade, o filme expressa questões realísticas, bem elaboradas e com uma pitada de humor. Não perde a essência de um bom filme culto, e também não deixa de abordar o "velho" e bom romance. Apresentando uma bela fotografia, frases inteligentes e muita nudez, é um daqueles filmes que ficam na sua cabeça, pois, mostra que mesmo quando as coisas estão ruins, existe as belezas da vida.
Além de todas as características que mencionei do filme, confesso que passei já pela história abordada do filme, talvez eu tenha sido um pouco "pessoal" demais na apresentação desse filme, mas concerteza não é um filme que você vai se arrepender de ver.
Digno de cinemacultura.com e de café, música e filosofia, apresento esse grandioso filme, "Cashback".
Sinopse:Quando o estudante de arte Ben Willis termina com sua namorada Suzy, ele desenvolve insônia depois de descobrir que ela o esqueceu bem rápido. Para passar as longas horas da noite, ele começa a trabalhar no turno da noite em um supermercado local. Lá ele encontra todo tipo de personagens coloridos, em que todos têm sua própria “arte” em lidar com o tédio de oitos horas de trabalho. A arte de Ben é imaginar que ele consegue congelar o tempo. Dessa forma, ele consegue apreciar a beleza artística de um mundo congelado e as pessoas dentro deste mundo – especialmente Sharon, a tímida garota do caixa, que talvez tenha a solução para a insônia de Ben.
Enter the void(2009) é um filme de Gaspar Noé (mesmo diretor de "Irreversível). O filme é francês, mas a maioria das cenas foram feitas no Japão.
Gaspar Noé é um diretor francês intelectualizado, elaborou um dos filmes mais pertubantes que é "Irrerversível", agora na sua recente obra "Enter the void", Gaspar deixou de lado a pertubação pra ir para uma "viajem" à respeito da morte. Enter the void é um filme experimental, trata de indagações humanas, religião, morte, amor, sexo, traumas e drogas. Não afirmo que seja uma crítica à alguma coisa, mas sim experimentação cinemática.
A experiência de assistir esse filme já é uma "viajem", em palavras mais formais, surreal. O filme tem vários detalhes que chamam atenção, desde o roteiro, as imagens, as falas, os personagens, enredo... então vamos por partes.
O enrendo/roteiro do filme é interessante, mas um cético irá provavelmente discordar. Acho interessante a visão do diretor à respeito dos temas abordados no filme, mas confesso que tenho minhas dúvidas( À respeito da vida após a morte).
A filmagem do filme é realista. Cenas em primeira pessoa são raras no cinema, sempre vemos cenas em terceira pessoa. Isso é um destaque não tão inovador, mas um detalhe que faz a diferença.
Frases de filosofia são interessantes em filmes, e algumas vezes, pequenas frases como de alguns filmes(Oldboy, clube da luta, Into the wild) fazem também a diferença. Pois é, Enter the void é cheio de intrigantes frases...
Quanto aos atores, acredito que Gaspar poderia ter escolhido melhores atores...
Uma coisa que chama atenção no filme são as imagens, ela são em resumo, pertubantes, muita luz, muita cor com efeitos irritantes. (Epiléticos não devem ver esse filme.)
Também é um filme relativamente parecido com Trainspotting, não na questão dramática, mas sim em relação as drogas.
Não é um filme para se ver com a parceira(o), com a namorada(o), apesar do drama.
Estilo: "psychedelic melodrama"
Por fim concluo: Muitas cenas de sexo e drogas não fazem você se prender nesse filme, pois, é um filme que tudo acontece lentamente, como se fosse a realidade, apesar da questão surreal, é preciso muita paciência para aguentar 2:35:11 de filme.
Filme digno de cinemacultura.com e caféfilosofia.
Sinopse:O filme conta a história de Oscar e sua irmã. Numa trama não-linear, o filme é elaborado à partir de eventos caracterizados pela morte, drogas e sexo,baseando a história de Oscar, de toda sua vida.
Trailers
Pelo o que eu entendi, o +1 ( ou plus one, mais um) da google é uma ferramenta muito interessante para o compartilhamento de dados na internet.
uitos vêem no trio Delphic a herança musical da cidade-natal: Manchester.
Misturando o indie rock com a eletrônica, o rótulo de next big thing não os fez perder a confiança. Sempre na sombra dos New Order, conciliam os dois mundos de uma forma orgânica, com a produção do disco a cargo do DJ/produtor Ewan Pearson (que já trabalhou com nomes como os Ladytron, Depeche Mode ou The Rapture).
Com “Counterpoint” e “This Momentary” a gerar o hype na primeira metade de 2009, os britânicos aproveitaram os últimos meses para testar a sonoridade junto do público - até mesmo em palcos nacionais, com a sua actuação no Alive!09. E “Clarion Call” serve de abertura perfeita do disco, preparando os corpos para o território indie dance que junta influências não só da década de 80 como da rave scene e de nomes como os Underworld.
Num trabalho de estreia consistente, vários são os bons momentos para lá do que já se conhecia, com destaque para o crescendo de “Red Lights”, o desvario dos quase 9 minutos de “Acolyte” e o próximo single: “Halcyon”. Para quem nele depositava sérias expectativas, é possível que o álbum não cumpra; para quem sempre olhou de lado para o pedestal onde foram colocados, “Acolyte” é um dos bons discos deste início de 2010.
O trio Delphic, de Manchester, ficou ficou em 3º lugar em uma lista da BBC que indica os artistas que devem despontar em 2010.
Mais de 165 formadores de opinião, entre críticos, blogueiros e jornalistas, votaram.
Avesso a definições, o grupo diz que mistura a euforia da dance music com elementos emocionais da música indie, acrescentando uma pitada da “melancolia” de Manchester para criar um estilo próprio.
A filosofia de fusão está retratada no lema do grupo: “A guitarra está morta, viva a guitarra!”
“Queremos ser os anti-Liam Gallaghers”, diz um dos integrante da banda, Rick Boardman, referindo-se aos irmãos à frente da banda Oasis.
No entanto, assim como os irmãos do Oásis, eles também são reconhecidos por suas divergências, sobretudo em consequência de também dividirem o apartamento onde vivem.
"La science des reves" é um filme de 2006, francês, dirigido por Michel Gondry (O mesmo diretor do filme "Brilho eterno de uma mente sem lembranças"), com a Charlotte Gainsbourg(filha do Gainsbourg, artista e músico francês)
À conselho de uma amiga de internet, resolvi passar minha tarde de sabádo vendo esse filme e confesso que tenho que agradecer, pois, é um filme que mostrou-se, pra mim pelo menos, muito além do esperado.
Além da charmosa atriz Charlotte, o filme tem um enredo interessante, um roteiro diferente, e acima de tudo, é um filme criativo. Não só o roteiro, as filmagens, os atores, e o enredo, mas sim o tema do filme é muito criativo.
Diria que é um filme de romance, apesar de algumas cenas levemente dramáticas, o filme expressa também, um toque de humor e criatividade que deixa com que o expectador consiga se prender na tela.
Sinopse e trailer
O filme conta a história de Stephané(Gael Garcia), que ao se mudar para França, se depara com uma francesa(Charlotte) como vizinha. O enredo se baseia na criatividade dos dois e no "romance" bem diferente.
Destaco para uma frase oriunda desse filme :