Horse and I

Got woken in the night,
by a mystic golden light.
My head soaked in river water.
I had been dressed in a coat of armor. They called a horse out of the woodland.
"Take her there, through the desert shores."
They sang to me, "This is yours to wear. You're the chosen one, there's no turning back now."

The smell of redwood giants.
The banquet for the shadows.
Horse and I, we're dancers in the dark.
Came upon the headdress.

It was gilded, dark and golden.
The children sang.
I was so afraid I took it to my head and prayed.
They sang to me, "This is yours to wear. You're the chosen one, there's no turning back."
They sang to me, "This is yours to wear. You're the chosen one, there's no turning back."

There is no turning back.
There is no turn.
There is no turning back.
There is no turn.
There is no turning back.
There is no turn

OSCAR 2010

Nosso James Cameron vai chupar o dedo hoje de noite por ter perdido o oscar de melhor filme para sua ex-mulher Kathryn Bigelow na direção com o GUERRA AO TERROR além Melhor Filme ganhou tambem prêmio de Roteiro Original, Melhor Edição de som, Melhor Som e Melhor Montagem. Bom não vi o filme ainda, mas vale conferir não é mesmo?
GUERRA AO TERROR


Não chore Cameron, AVATAR ficou com prêmio de Melhor Direção de Arte, Melhor Fotográfia e Efeitos visuais.



Vamos aos demais resultados:
Christoph Walts ganha como melhor Ator Coadjuvante na mais nova obra prima de Tarantino 
 BASTARDOS INGLÓRIOS



UP NAS ALTURAS 
ganha como melhor animação e trilha sonora original




CORAÇÃO LOUCO melhor canção original

do mesmo filme ganha prêmio de Melhor Ator Jeff Bridges;


O filme PRECIOSA leva prêmio como roteiro adaptado e melhor Atriz Coadjuvante (Mo'nique).


Ganha com melhor figurino
THE YOUNG VITÓRIA



SEGREDO DOS SEUS OLHOS Melhor filme estrangeiro


Melhor Atriz, Sandra Bullock no filme UM SONHO POSSÍVEL




A cada ano, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood deixa de fora dos prêmios Oscar trabalhos brilhantes se na categoria de Melhor Filme os acadêmicos decidiram ampliar a lista de indicados para dez títulos, no restante o número de concorrentes continua sendo cinco. Como sempre, a entidade "esquece" de alguns dos mais merecedores de receber este reconhecimento por seu trabalho. É o caso de Emily Blunt, por The Young Victoria e Mélanie Laurent, a descoberta francesa de Tarantino em Bastardos Inglórios, são outros dos nomes que poderiam figurar na lista de indicados.
Fora das categorias que premiam atores, há outras ausências notórias, começando pela de Clint Eastwood e seu estupendo Invictus. Só os intérpretes do filme receberam indicações.
Assim como aconteceu no ano passado, com a ausência de Gran Torino, Eastwood voltou a ser ignorado por uma Academia que o agraciou com o Oscar de Melhor Diretor por Os Imperdoáveis (1992) e Menina de Ouro (2004), mas que não parece gostar dos filmes em que conta histórias mais pessoais.

E, provavelmente, a visão pessoal, sem concessões ao comercial, de um conto infantil, é o que afastou Spike Jonze de qualquer chance de concorrer a um Oscar, apesar de seu Onde Vivem os Monstros ser uma das joias da produção cinematográfica desta temporada.
ONDE VIVEM OS MONSTROS

A adaptação do clássico conto de Maurice Sendak para a telona era, em princípio, um trabalho impossível. Apenas um punhado de frases que contavam a história de uma criança que foge de sua casa e se transforma no rei de uma ilha de monstros. O resultado é um trabalho brilhante de Jonze e do roteirista Dave Eggers.

Onde os Monstros Vivem também poderia ser candidato a Melhor Filme ou ao prêmio de Melhor Direção, categoria na qual há outra grande ausência: a dinamarquesa Lone Scherfig por Educação, um filme que acumula vários esquecimentos por parte de Hollywood.

A história de uma adolescente inglesa que é seduzida por um homem muito mais velho é candidata a Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Atriz (Carey Mulligan), mas sua diretora sequer está entre os indicados a Melhor Direção, nem Alfred Molina ou Peter Sarsgaard concorrem a estatuetas por suas atuações;

Nessa mesma situação de ausências previsíveis está a dos diretores da animação Up - Altas Aventuras, Pete Doctor e Bob Peterson.
Ir além e indicar um dos responsáveis por essas obras-primas ao prêmio de Melhor Direção parece algo ainda longe da realidade do Oscar.

Bom acho que é isso! Ficam as dicas. E vale a pena conferir tambem os ganhadores do Globo de Ouro, Bafta e Cannes! Que de fato são prêmios mais conceituados no meio do cinema mesmo não tendo o Glamour do Oscar.

ciao

Bom, eu amo cerveja, mas confesso que sou um nerdsexual hahah


Um dos filmes mais viajados e legais que eu já vi. Do diretor Richard Kelly, conta a história de um Garoto chamado Donnie Darko, que era esquizofrenico e tinha o poder de voltar ao tempo, viajar pelo tempo. Apenas recomendo pra quem curte dar uma viajada, e também posso dizer que é um dos melhores filmes que eu já vi.
''Esqueça tudo o que você já viu sobre o além''
Donnie é um adolescente à beira da loucura, por isso gostei tanto do filme hahaha
vejam o trailer:

Com a linda e perfeita Jane Malone que eu sou apaixonado, Drew Barrymore, Patrick Swayze

VIAJEM À MIL!!


Por Julia Fischer, dueto, Perlman observem a diferença





Dueto de forma estranha, mas...



Sem muitos comentários, é um curto bem interessante. Assistam!


Tudo tem seu custo, nada é de graça, a liberdade custa caro! Mas ao mesmo tempo, o poder não é tão ruim, ou é ?
Enfim, Dogville é uma história fascinante, um longa metragem de 3 horas, que VALE MUITO A PENA, não tenho medo de dizer que foi o melhor filme que eu já em toda a minha vida. Filosofia sem limites, exploração da moral, questão da liberdade, sangue de vingança, bom ou mal ?
Concerteza esse filme foi o melhor filme que eu já vi. Interpretado pela linda da Nicole Kidman.
O filme todo é filmado em um galpão da suécia, narrado como se fosse um livro, há também a ausência de trilha sonora no filme, câmera na mão, não há deslocamentos temporais ou geográficos. O filme todo é em formato ''teatro do absurdo''.

Como disse é o melhor filme que eu já vi. O melhor de tudo é que o diretor tira uma com a nossa cara...

O diretor do filme é um dos meus favoritos que é o Lars Von Trier, ele trabalhou bastante no filme com o modelo Dogma 95.

Na parte de filosofia, há uma grande exploração que eu mesmo analisei, de sentidos como poder, opressão, o estoicismo (abandono da emoção) que é um fato que eu adorei, um pouco de Nietzsche e concerteza Rousseau quando fala do bom selvagem, que na verdade o filme mostra praticamente outra coisa.

O filme é dividido em 9 partes mais um prologo...
O filme faz parte de uma trilogia e esse é o primeiro!

Aqui vai o trailler:



AGORA PRESTE ATENÇÂO, se você for ver o filme, não leia esta parte, agora se não for ver, leia todo o resumo da história

O filme começa com uma tomada de cima para baixo, onde pode-se ver o desenho da cidade (com as marcações dos espaços das casas desenhados no chão). Essas tomadas perpendiculares repetir-se-ão em diversas cenas, sendo marcos importantes da narrativa. O narrador vai então apresentando os personagens um por um ("todos têm pequenos defeitos facilmente perdoáveis") e contando suas histórias.

Entre os moradores de Dogville, o personagem principal é Thomas Edison Jr., um escritor que para protelar o dia em que terá que começar a escrever seu livro se ocupa em pregar sermões a toda a comunidade sobre rearmamento moral. Ele está procurando um exemplo para servir de ilustração às suas teorias e assim comprovar que os moradores não são capazes de aceitar novas situações, quando é interrompido por barulhos de tiros a distância.

Nesse momento entra Grace, uma bela jovem com um vestido que denota sua origem de família rica. Ela diz a Tom que está fugindo de um gângster e Tom, percebendo nela o exemplo perfeito para sua palestra, lhe dá cobertura.

Os moradores de Dogville a princípio recusam-se a aceitá-la, e Tom propõe que dêem a Grace um prazo de duas semanas, para então decidirem sua sorte. Grace, em compensação, deve ajudá-los em tarefas cotidianas. Apesar de não admitirem, eles jamais dão coisa alguma, não há generosidade ou aceitação: há um sistema de trocas e é esse sistema de compensações (o quid pro quó) que, aliado à personalidade de perdoar de Grace (seu altruísmo), anuncia a tragédia.

Os moradores relutam até mesmo em aceitar a ajuda de Grace, mas acabam aceitando e Grace rapidamente começa a passar seus dias ocupada em fazer pequenas coisas que "não são necessárias", mas que os moradores "generosamente permitem" que ela faça. E assim passam-se as semanas, os moradores aceitam que Grace fique na vila, como mais um favor que ela ficará devendo a eles.

Tom confessa a Grace que gosta dela e é correspondido, mas ele não assume publicamente seu amor perante Dogville, mantendo o romance deles secreto e mantendo Grace na condição de estrangeira.

A aparente tranqüilidade da situação começa a mudar no dia da Independência, quando a cidadezinha recebe a visita da polícia, que afixa um cartaz onde Grace é apontada como procurada.

Os moradores de Dogville consideram ainda maior a dívida de Grace com eles, fazendo cada vez mais exigências, que diante da permissividade e comportamento passivo de Grace, rapidamente transformam-se em abusos. Uma cena forte do filme é quando Chuck a estupra, como "pagamento" para que ele não a denunciasse às autoridades. Aqui a função do cenário vazio é clara: a ausência de paredes dá a nítida percepção de que todos sabem o que se passa, mas fingem não ver.

A comunicação também não parece ser possível para os moradores de Dogville. O que eles falam passa longe de significar o que realmente querem dizer. Quando questionados são evasivos, mudam de assunto ou simplesmente respondem outra coisa. Chuck fala de colheita de maçãs quando está querendo abusar sexualmente de Grace, e Ma Ginger reprime-a quando ela passa entre os arbustos, com argumentos que simplesmente não correspondem àquilo que ela diz.

Desse ponto em diante a constante dívida de Grace com a comunidade só cresce e ela torna-se uma escrava não só de trabalho físico como sexual. Em pouco tempo a tratam como uma vaca, que puxa um arado, onde os caipiras se aliviam. Somente Tom, sem capacidade de tomar qualquer atitude, não a viola. E é após ela o rejeitar, que ele decide dar um basta nessa pequena metáfora ilustrativa que ela representa, chamando o gângster que a procurava.

Nesse momento revela-se que Grace não está sendo ameaçada por eles, mas é a filha do chefe maior. Não há surpresa no final: desde que Grace entra no carro o diretor vai preparando a platéia com a ideia de que haverá um massacre. E sem dúvida, não fosse este final apoteótico, o filme terminaria morno, indigesto, como se todos estivessem com algo na garganta. O final catártico faz com que Dogville apresente uma estrutura narrativa herdeira das tragédias gregas, onde a platéia era levada a uma situação de tensão insuportável e liberava a adrenalina contida no final trágico.

Desde sempre, quase toda obra de arte é, em última instância, um retrato do ser humano. Lars von Trier não parece perdoar alma alguma, e faz um retrato de pessoas cruéis, mesquinhas, egoístas e arrogantes.

Tom é um covarde, incapaz de assumir responsabilidade alguma (o drama de Grace começa no dia da Independência, quando ele não assume o romance com ela). Os habitantes da vila são "cães" que se comportam de forma instintiva, guiados pelas suas necessidades físicas e seus próprios interesses.

Nem mesmo a protagonista, Grace, é perdoada. Se ao longo do filme somos levados a vê-la como possuidora de uma generosidade infinita, o capítulo final mostra que não: se ela perdôou e permitiu que fizessem dela tudo o que foi feito é porque se considerava acima de todos, superior e indiferente como um "deus olímpico". Grace jamais foi cativa ou submissa, nunca sentiu real misericórdia e sim, desprezo. A todo momento temos a impressão de que, se ela realmente quisesse, poderia simplesmente ir embora, e que portanto os verdadeiros prisioneiros são os moradores - e ela sabe disto.

Na cena final há mais um elemento por trás de Grace: a platéia. Se a platéia passou o filme sofrendo com a passividade de Grace diante das brutalidades, agora se regozija, conscientemente ou não, concordando (e gostando) do massacre a que assiste. Essa é a forma do diretor dizer ao público: vêem? Vocês fariam o mesmo.

Dogville é a antítese do bom selvagem de Rousseau. Sequer os bebês são sem pecado, apenas talvez o cão, que esse nada fez contrariando sua natureza animal e permanece o filme todo "preso" em sua corrente.

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