











The XX é uma banda de rock alternativo britânico do sudoeste de Londres, Inglaterra. Formada originalmente por Romy Madley Croft (vocais e guitarra) Oliver Sim (vocais e baixo), Jamie Smith (beats e produção) e Baria Qureshi (teclado), em 2005. Os membros originais reuniram-se na Elliot School, escola do sul de Londres notável por seus ex-alunos, incluindo músicos como Hot Chip, Burial e Four Tet. Em 2009, apareceram no 6.º lugar da lista NME The Future 50 list, destacando-se entre os novos e promissores grupos britânicos.
Em 11 de Novembro de 2009, foi confirmado que a tecladista Baria Qureshi deixou a banda depois de perder vários espetáculos agendados, alegando cansaço. Ela não será substituída, e a banda vai continuar como um trio.
e uma versão acústica bem legal deles também
Aqui o download para o único album deles aqui
Olá apreciadores do bom cinema!
Como prometido, venho aqui de novo, passada uma semana desde meu último post sobre o clássico moderno de Paul Thomas Anderson, Sangue Negro. Bom, se este último filme é um exemplo claro do chamado cinema de gênero americano, vou dar uma virada brusca de sentido para mostrar-lhes desta vez um filme de um gênero no mínimo incomum hoje em dia, os filmes de monstro.
Monstro!?
É.
Mas como assim, monstro tipo Godzilla, King Kong??
É.
M-m-mas é bom?
É, e muito. As vezes melhor até que um melodrama inglês ou uma comédia francesa. Muito melhor.
Especialmente essa pérola aqui, um filme sul-coreano (Coréia do Sul que tem se revelado a melhor surpresa asiática dos últimos tempos no cinema) de 2006, dirigido por Bong Joon-Ho (dos tambem excelentes Memórias de um Assassino e Mother - A Busca Pela Verdade que estreou esse ano no Brasil) e que possui o que considero um dos mais altos atributos dados à um filme. É quando um filme, nesse caso específico um Filme "B" de monstro, ultrapassa os limites do próprio gênero e navega por diversas áreas do cinema. O que isso quer dizer? Que esse filme é muito mais do que um filme de monstro. Dependendo da ótica, pode ser visto como um drama familiar intenso, uma história de superação e uma reflexão sobre o amor incondicional que existe na relação pai e filho. Nossa! mais tudo isso?? Num filme de monstro? Incrivelmente, sim.
A história é simples: Um oficial americano de uma base dos EUA na Coréia do Sul dá uma ordem à um empregado de jogar diversos produtos químicos extremamente tóxicos literalmente pelo ralo, o que faz com que esse material radioativo acabe em algum rio sul-coreano. Pois bem, o que ninguem esperava é que desse material surgisse nada mais nada menos do que um enorme monstro de formato anfíbio (muito bem feito por computação gráfica, por isso a remota classificação como filme B), que resolve sair de seu habitat e caçar humanos em um - o que parece ser - parque que fica ao lado desse rio, onde sempre existem centenas de pessoas contemplando a paisagem. O que acompanhamos no filme é uma família que possui um de vários quiosques que ficam nesse parque, mais especificamente uma menina inteligente, seu pai preguiçoso, e seu avô trabalhador. Ainda na familia temos a tia da menina, que é uma arqueira profissional, e seu tio, um bêbado que apesar de parecer inútil se revela bastante esperto - mas os dois só aparecem mais adiante na trama. É então que quando o monstro que habita o rio sai dele e, depois de muito caos, descobre-se que ele acabou por pegar a coitada da menina da família. O que vem a seguir é simplesmente uma aula de roteiro, direção e - de vida.
O jeito como o filme mostra a luta incondicional dessa simples família para ter sua filha de volta é tão comovente e tocante que é impossível ficar alheio a sua causa. No filme inteiro você deseja com muita ânsia que eles consigam completar a árdua tarefa, você quer estar lá, ao lado deles, nem que seja pra dar seu apoio à familia cativante. O modo como a história é abordada é magnífico, e, o que começa como uma história despretensiosa, em questão de tempo toma proporções Homéricas - é quase uma Odisséia. Os atores são fantásticos, há cenas em que realmente dá vontade de entrar na tela e carregá-los nas costas pra que consigam passar pelos inúmeros obstáculos que são colocados em sua frente. O mais revoltante pra mim foi, definitivamente, a atitude do governo com as pessoas que tiveram contato com o monstro, é inexplicável, tem vezes que sobe o sangue mesmo. Eu gostaria de poder falar aqui dos aspectos técnicos do filme, mas eu nao posso - eu simplesmente fiquei tão preso à trama que não deu pra prestar atenção em nada que não fosse aquela família unida por uma única causa.
A todos os leitores, eu faço um apelo: Não deixem que preconceitos ou julgamentos rápidos os façam deixar de ver este filme. Tudo o que você procura está ali, seja o Drama, a Comédia, Aventura, Ação, Efeitos Visuais, tudo, apenas embalado como filme B de monstro. Não deixe de se emocionar por essa grande história vinda dos territórios asiáticos.
Trailer do filme: (Não se deixe enganar por ele, o trailer é feito para audiências ocidentais e tenta vender uma imagem que o filme não é)
Crítica por Isabela Boscov:
Tokyo Police Club é uma daquelas bandas que eu escutava quando tinha lá meus 17 anos, e ainda sim, depois de quase 4 anos, continuo gostando. Acredito que já tenha postado essa banda há algum tempo, mas me surpreendi com algumas músicas novas deles e um clipe ''novo'', do qual estava por ''fora'', por isso resolvi repostar alguma das músicas legais deles e o clipe ''novo''. Só para lembrar, essa banda é do Canadá e tem como estilo, digamos que um Indie-rock com toques eletrônicos.
Clipe novo
Dois clipes mais famosos deles
e a que eu mais gosto:
Depois de tempos sem postar críticas sobre filmes, e até peço perdão por isso, devido à uma série de fatores, resolvi postar nada mais ou nada menos que o filme que fala sobre Gainsbourg.
Serge Gainsbourg foi um artista bastante renomado na frança , pintor, cantor, pianista, compositor, cineasta, em suma, Músico francês. Gainsbourg nasceu em 1928, sob o signo de Áries e morreu em 1991. Nasceu em Paris, filho de judeus que haviam emigrado para a França, fugindo da revolução de 1917.
O filme sobre Gainsbourg, do diretor Joann Sfar, apresenta como atores: Eric Elmosnino interpretando o Gainsbourg, Laetitita Casta interpretando Bardot. O filme, conta a história de Serge Gainsbourg, desde a infância até a sua morte. O filme parece ser bem fiel com a história da vida dele, além da trilha sonora, Joann Sfar teve a sorte de colocar Eric como Gainsbourg que de fato, parece mesmo com Gainsbourg. O filme também conta com toques expressionistas e surrealistas, alguns poemas de grandes escritores, modelos nuas em várias cenas com o maldito cigarro de Serge e sexo com várias modelos, e claro, muita música.
Antes de apresentar o trailer, pra quem não tem ideia de quem se trata Serge Gainsbourg, vou tentar dar uma pequena ajuda.
O que fez com que eu gostasse do filme, não foi o fato de eu já conhecer o pianista, mas sim o fato de que o filme expressa arte, música, dança, e psicologia envolvida, temos um ''cardápio'' de belas modelos e alguns poemas belos.
Depois de certo tempo sumido, venho aqui, no meu blog, postar algo um tanto quanto cômico, um curta do Fondofilmes que expressa uma sátira em cima de filmes pornôs. Esse pequeno curta que foi dirigido por Ian Spf, merece todo o meu respeito. A ideia foi excelente na minha opinião, uma crítica com certo toque de humor e belas atrizes...
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